Copa São Paulo: veja como vai o Flamengo para o torneio

A Copa São Paulo 2016 contará com inéditos 112 clubes de todos os estados brasileiros, incluindo os mais tradicionais. Alguns, porém, são mais favoritos do que outros, não só pelos resultados de 2015, mas também pelas escolhas que fizeram ao inscrever os jogadores que vão disputar o torneio. Confira uma análise dos 12 grandes, mais as duplas Atletiba e Ba-Vi.

Flamengo

Campeão carioca de juniores em 2015, o Flamengo vai com força máxima para a Copinha. Comandado pelo técnico Zé Ricardo, o time confia no meio-campo formado pelo volante Ronaldo e pelos meias Matheus Sávio e Lucas Paquetá. No ataque, Douglas Baggio estorou a idade e deverá ser substituído por Felipe Vizeu, e na defesa quem pode surpreender é o bom zagueiro Léo Duarte. Um time para ficar de olho.

Corinthians

O campeão do ano passado vem com um time mais jovem, e perdeu três jogadores do setor defensivo em relação a 2015. Mas no ataque, Gabriel Vasconcelos continua, e no meio-campo a dupla de canhotos formada pelo volante Maycon e pelo meia Matheus Pereira merece ser vista com muita atenção, assim como o também meia Fabrício, de apenas 16 anos. A expectativa, porém, é menor do que em outras edições.

São Paulo

Semifinalista derrotado pelo Corinthians em 2015, o São Paulo manteve uma base e contratou o técnico André Jardine, que veio do Grêmio. Se perdeu Gustavo Hebling para o PSG, continua com o ótimo trio de ataque formado por David Neres, Luís Araújo e Joanderson. Além disso, na primeira fase joga no ótimo campo de Barueri. É favorito ao título.

Palmeiras

Mudou de treinador duas vezes em 2015, e agora com João Burse no comando, é um time fortíssimo fisicamente e nos contragolpes e intenso dentro de campo. Os pontas do 4-2-3-1, Kauê e Artur, são as principais armas ofensivas. Na defesa, o goleiro Daniel e o zagueiro Augusto seguram as pontas e podem ser fundamentais na busca por um título inédito.

Santos

Bicampeão em 2013 e 2014 e eliminado na primeira fase em 2015, o Santos vem para a Copinha com um grupo jovem que inclui três jogadores nascidos em 1999. O mais promissor deles parece ser André Anderson, meia que, junto com o camisa 10 Caio, será o responsável pela criação de jogadas. Na defesa, destaque para o zagueiro Robson e para o volante Guilherme.

Fluminense

Campeão brasileiro sub-20, o Fluminense tem a melhor base do Rio de Janeiro, mas perdeu Danielzinho e Douglas, já nos profissionais, e está um pouco enfraquecido. O centroavante Pedro é a principal esperança de gols do time, e o talentoso atacante Paulinho, que vem de um ano ruim, pode se recuperar na Copinha. O lateral-esquerdo Marquinhos é outro que promete muito.

Flamengo

Campeão carioca de juniores em 2015, o Flamengo vai com força máxima para a Copinha. Comandado pelo técnico Zé Ricardo, o time confia no meio-campo formado pelo volante Ronaldo e pelos meias Matheus Sávio e Lucas Paquetá. No ataque, Douglas Baggio estorou a idade e deverá ser substituído por Felipe Vizeu, e na defesa quem pode surpreender é o bom zagueiro Léo Duarte. Um time para ficar de olho.

Vasco

Com vários jogadores nos profissionais (incluindo Evander, Mateus Vital, Andrey, Caio Monteiro e Matheus Índio), o Vasco disputará a Copinha com a base do time campeão carioca sub-17, reforçada pelo meio-campista Bruno Cosendey. Ele é um dos principais jogadores do time, ao lado do meia-atacante Paulo Vitor e do centroavante Hugo Borges. Mas sem experiência, as expectativas por uma grande campanha são reduzidas.

Botafogo

Eliminado nos pênaltis pelo Botafogo-SP em 2015, o Botafogo passou por uma reformulação nos juniores durante o ano e chega completamente modificado na Copinha. Vários atletas subiram para os profissionais, como Emerson, Diego e Leandro, e outros estouraram a idade, abrindo o caminho para a geração vice-campeã da Copa do Brasil Sub-17. O destaque do time é o volante Matheus Fernandes, já com passagens por seleções de base.

Cruzeiro

O time que mais contratou destaques da Copinha do ano passado chega com boa expectativa em 2016. O meia Alex, craque do Botafogo-SP vice-campeão, é um dos principais nomes da equipe, assim como o atacante Santiago, artilheiro do torneio no ano passado com oito gols atuando pelo São Caetano. Quem pode surpreender é o meia-atacante Cesinha, de apenas 16 anos.

Atlético-MG

A equipe é formada basicamente pela geração /97 campeã da Copa do Brasil Sub-17 em 2014, reforçada por dois destaques /96 (Thalis e Filipinho) e alguns nascidos em 1998, caso do meia Marco Túlio. O destaque, no entanto, é Capixaba, canhoto driblador que pode jogar dos dois lados do campo e sempre dá trabalho às defesas adversárias.

Grêmio

Ao contrário da Copa RS, quando foi com vários jogadores no limite da idade, o Grêmio chega na Copinha com uma equipe jovem, formada em boa parte por jogadores vice-campeões da Copa do Brasil Sub-17 em 2014. Os destaques são os meias Conrado e Jean Pyerre, além do volante Nathan, que é irmão de Yuri Mamute. O artilheiro Nícolas Careca, que já passou pelos profissionais, é outro nome para ficar de olho.

Internacional

O Inter é o time que mais revelou jogadores para a Série A em 2015, mas a base colorada passa a impressão de que já viu dias melhores. A disputa política por lá é muito grande, e prejudica o trabalho de campo. O melhor jogador dos juniores, Allan, foi vendido para o Liverpool, e Gustavo Ferrareis, destaque na Copa RS Sub-20, foi para os profissionais. Ainda assim, há bons jogadores na equipe comandada por Carlos Leiria, como o atacante Valdemir, o zagueiro Léo Ortiz e os laterais-esquerdos Yago e Rogério, que deverão fazer boa disputa posição.

Bahia

Vice-campeão em 2011, o Bahia optou por uma estratégia diferente: levou o time sub-20 para fazer a pré-temporada junto dos profissionais e vai disputar a Copinha com o antigo sub-17, formado por jogadores nascidos em 1998. Há jogadores com passagem pela Seleção, como o atacante Cristiano.

Vitória

Outro que aposta em um time jovem, formado por jogadores campeões da Copa do Brasil Sub-17 em 2015. Os destaques são os meias canhotos Geovane e Yan, além do centroavante Eron. O primeiro e o último disputaram o Mundial Sub-17 com a Seleção e o segundo só não foi por lesão. Na zaga, quem dá as cartas é Léo Xavier, e no gol, o títular é o ótimo Ronaldo.

Atlético-PR

Vice-campeão da Copa do Brasil Sub-20, o Atlético-PR chega para a Copinha com a mesma base, e aposta no atacante Bruno Rodrigues como principal nome.  O lateral-esquerdo Nícolas também chama a atenção, assim como o zagueiro colombiano Óscar Cabezas, que se impõe no jogo aéreo e é frequentemente comparado a Manoel, ídolo da zaga atleticana.

Coritiba

Com campanhas razoáveis nas competições nacionais sub-17 nos últimos anos, o Coritiba chega para a Copinha com um elenco experiente e com alguns jogadores talentosos, caso do volante Julio Rusch, do goleiro Gabriel e do lateral-direito Dodô, este último parte da Seleção que disputou o último Mundial Sub-17. No ataque o destaque é Kady.

Fonte: Na Base da Bola / GE

Veja também

  • Também vi o jogo. Ronaldo sobra neste grupo. Joga fácil e deve ser aproveitado no time principal. Ele lembra o Hernanes que jogou no SP e hoje está acho que na Itália.
    O goleiro foi bem também hoje.
    Achei Matheus Sávio meio que fora de posição. Quando inverteu o lado de campo vindo atuar mais na direita, apareceu mais no jogo.
    Gostei da postura do time, bem estruturado defensivamente e saindo bem pro ataque no segundo tempo

  • Vi o jogo e tirando o Roaldo(muito bom jogador), não vai sobrar mais nenhum

  • Será que já vão jogar no novo padrão de jogo do Flamengo profissional? kkk

  • esses torneios de sp, rs, mg e rj so serve para revelar jogador so pra isso, não adianta ser campeão se não vai aproveitar nenhum, como o grupo do negueba e companhia que não subiu ninguém que preste.

    • É isso que deve-se pensar, mas quase ninguém acredita nisso. Acha que devemos ganhar a qualquer custo, colocar atacantes ‘mamutes’, com o físico para trombar com os zagueiros fracos, viver de chutões. O certo a se fazer é manter o molde usado pelo Barça, valorizar a posse e manter os jogadores bons, com habilidade. Lá, se um goleiro da base erra o passe na saída de bola e origina um gol, é aplaudido por manter a tática, ainda que o chutão fosse mais inteligente. No Brasil, se um goleiro faz isso, a torcida xinga até a terceira geração dele. Aí não dá, né…

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