Entidade colocará a votação que treinadores não comandem outros times após completar sete jogos. Outra proposta é antecipar prazo final de inscrição de atletas
Representantes dos 20 clubes da Série A se reúnem na tarde desta sexta-feira, na se da CBF, no Rio de Janeiro, para o Conselho Técnico da competição, e dois itens na pauta da reunião já movimentam as discussões entre os dirigentes. A entidade máxima do futebol propõe uma antecipação do prazo final para inscrição de atletas e uma alternativa para evitar a troca de técnicos. No ano passado, apenas Tite, no Corinthians, iniciou e encerrou o campeonato na mesma equipe. No entanto, as duas medidas não são bem vistas pelos cartolas. As duas mudanças foram propostas no Conselho Técnico da Série B e não foram aprovadas.
A CBF proporá aos clubes que seus treinadores não possam comandar outro time depois que completarem sete partidas à frente de uma equipe. A medida já é utilizada para os jogadores. O artigo 9º do regulamento da Série A do ano passado prevê que “Um atleta poderá ser transferido de um clube para outro durante o Campeonato, desde que tenha atuado em um número máximo de seis partidas pelo clube de origem, sendo permitido que cada atleta mude de clube apenas uma vez”. O mesmo seria implantado para os técnicos. Mas os clubes não enxergam a medida com bons olhos.
– Acho difícil passar. É limitar o direito de ir e vir dos treinadores, precisamos entender isso. Mas irá a votação – comentou o vice-presidente do Grêmio, César Pacheco.
Outro item em pauta é a antecipação do prazo final para inscrição de jogadores nos campeonatos. No ano passado, o limite era o dia 15 de setembro, que caiu na 26ª rodada da Série A. A proposta da CBF é que o prazo final seja a 19ª rodada, ou seja, o fim do primeiro turno. Os clubes temem perder jogadores para a Europa no segundo turno sem a possibilidade de reposição.
– É outra medida difícil de ser aprovada. A janela europeia só fecha em agosto, podemos perder jogadores, e aí como fica? Não podemos inscrever mais? – questionou Pacheco.
Em 2016, cinco clubes da primeira divisão já trocaram de comando: Vinícius Eutrópio saiu da Ponte Preta e assumiu o Figueirense, a Macaca contratou Alexandre Gallo, o Atlético-PR trocou Cristóvão Borges por Paulo Autuori, Eduardo Baptista foi demitido do Fluminense para dar lugar a Levir Culpi e, por último, o Palmeiras demitiu Marcelo Oliveira e procura um novo treinador.
Fonte: GE



























Se isso for aprovado vai ter muito treinador sem trabalhar durante o ano.
Deveria obrigar o clube segurar o treinador por 4 meses aí sim os treinadores se sentiriam protegidos e não teriam Desculpas de que não teve tempo agora fazer isso de 7 jogos vai vai e desempregar os treinadores durante o ano todo, certeza que os próprios treinadores são contra isso!
Você acha mesmo que a CBF tem que regular quanto tempo um clube deve manter um funcionário remunerado no cargo? Assustador esse tipo de pensamento.
Então ela pode falar pro clube que não pode contratar quem ele queira também ? Assustador esse tipo de pensamento também SRN
Onde eu disse que concordo com a medida da CBF. A relação entre técnico ( ou qualquer outro funcionário) e clube só deveria dizer respeito a eles. CBF não tem nada que se meter.
Na Espanha um treinador só pode treinar 1 clube por temporada. Não sei se na Europa toda é assim. É uma forma de forçar os clubes a criarem e manterem um planejamento.
ETA CBF da doença do rato
Deveria cobrar dos treinadores se especializar,o futebol mudou muito no últimos anos e temos treinador com a metodologia do seculo passado com jogadores de outro seculo ,fica sem sincronia o maior caso o do papai Joel,fala que ganhou vários títulos mais vamos ver de 2000 pra cá.