Em disputa financeira, Flamengo ameniza discurso para obter aval da Ferj por Brasília

O ônibus que leva o Flamengo para enfrentar o Madureira, neste sábado, 16h, em Volta Redonda, é o mais confortável possível. Mas se o clube tem conseguido contornar o desgaste físico entre jogos pelo Estadual e Primeira Liga, secar o sangramento financeiro tem sido difícil.

As bilheterias irrisórias do torneio regional fizeram a diretoria amenizar o discurso para tentar convencer a Federação de Futebol do Rio que é vantajoso para todos a aprovação de Brasília como casa do clube no Brasileiro.

A briga pessoal entre o presidente da Ferj, Rubens Lopes, e o mandatário rubro-negro, Eduardo Bandeira de Mello, abriu espaço para o vice de futebol Flavio Godinho entrar no circuito. O dirigente almoçou com Rubinho e sinalizou uma trégua para que o pleito do Flamengo seja aprovado em breve.

Na sexta-feira a Federação, através do presidente em exercício Izamilton Gois, liberou a realização do clássico com o Fluminense no Pacaembu e o jogo contra o Vasco foi confirmado para o Mané Garrincha.

A discussão empaca na taxa destinada à Ferj. Se a cada jogo o Flamengo depender de autorização, a entidade quer cobrar 10% da renda. O clube tenta convencer Rubens Lopes que é mais rentável cobrar 5% em um pacote de jogos em Brasília, pois o lucro será bem mais alto.

O Flamengo também não quer ficar na mão de clubes visitantes, ávidos por cotas gigantescas ou parcela da bilheteria da torcida rubro-negra em arenas como de Brasília ou do nordeste. O otimismo por uma aprovação sobre Brasília cresce e, por enquanto, o tom ofensivo da diretoria vai ficar adormecido.

Fonte: Extra

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  • 10 por cento de uma renda é muito, é um roubo, algo que não se pode aceitar.

    A federação é um parasita que suga dinheiro e não devolve nada aos clubes, até o campeonato é um lixo.

    Tem que haver mudanças urgentes nesse futebol brasileiro.

    • Mandou bem: esse campeonato carioca é um LIXO!

  • A CBF e as federações Estaduais de Futebol TEM QUE ACABAR para o bem do nosso futebol.
    Tanto a CBF quanto as Federações Estaduais não passam de antros de falcatruas e roubalheiras comandadas por esses dinossauros que empregnaram no poder e no dinheiro fácil.

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