
O Flamengo vai receber em suas instalações algumas seleções durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. A Gávea terá a presença das times dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha. Já o Ninho do Urubu receberá a seleção masculina de futebol da Argentina, e a seleção feminina de futebol do Brasil.
O clube busca formas de internacionalizar sua marca através de estratégias de marketing. Especialista no assunto e colunista do LANCE!, Amir Somoggi não acredita que as ações podem surtir grandes efeitos.
– A ideia é boa mas não vai mudar em nada a dimensão doméstica do clube. Já fizeram isso em outras oportunidades e não mudou nada. O Fla é desconhecido do mundo do futebol e assim permanecerá como os demais clubes brasileiros.
Amir, do blog Marketing & Economia da Bola, ainda ponderou que os clubes brasileiros tem grande problema em encontrar formas de expandir seus nomes e deu uma opinião de qual seria a melhor forma para realizar isso.
– Nenhum deles tem a menor ideia de como internacionalizar a marca. Estão cada vez mais distantes de serem clubes globais. Muito pelo contrário. Quanto mais o futebol mundial se globaliza mais para trás ficam os clubes brasileiros. A solução seria montar um projeto sério de internacionalização como todos os gigantes da Europa fizeram. Sem planejamento, essas ações não tirarão o clube de seu âmbito doméstico – completou.
Fonte: Lance
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Essa é a idéia dele? Kkkkkkk... é um bosta.
Pelo q entendi, ele disse, disse e não disse nada...
Sim, notáveis especialistas: os próprios não devem fazer idéia de como fazer, mas tem noção de como não se deve fazer... uma grande incoerência da imprensa esportiva em geral. Eles sempre sabem o que tá errado, mas não sabem apontar o certo.
Galera, sem clubismo!
O cara disse sim o que é necessário: um projeto sério de internacionalização. Algo realmente sério, diferente de ações isoladas como abrigar seleções ou delegações.
Agora... se quer que ele descreva o projeto aí basta contratá-lo, pagar e terá o projeto em mãos.
Pessoal, isto é profissionalismo. Ninguém faz gratuitamente o que pode fazer cobrando!
O Flamengo acabou de contratar um ex funcionário da concessionária Maracanã S/A para elaborar um modelo de negócio de estádio dando preferência ao próprio Maracanã. Estas coisas não são simples ou fáceis. Resumindo: ou se paga para um profissional fazer o trabalho ou se deixa na mão de palpiteiros que acham que sabem (já passamos por isso, lembram?)
SRN
O bom seria disputar torneios na ásia e europa com os grandes times do mundo, só assim aparecerá no mapa mundi do futebol.
Só não entendi uma coisa: O Flamengo até agora não jogou torneios amistosos na Europa como foi prometido pela ADIDAS. Isso seria muito importante, inclusive até porque com o time que o Flamengo montou não faria feio em um torneio desse tipo!
Pelo time que tinhamos iamos passar vergonha igual ao Santos contra o Barcelona, se este time engrena com Diego ai sim , dar pra disputar .
A gente tem que ganhar umas 3 Libertadores seguidas, ai quem sabe ganhar alguns torcedores nesses países sulamericanos.
O mais querido é fácil de internacionalizar, tem o mais importante que é a maior torcida, passos seguintes é um bom elenco com pelo menos dois jogadores que são famosos na europa, uma arena de nível internacional e estar todos os anos na liberta, é bom vislumbrar isso.......e que São Judas Tadeu continue nos ajudando.
Detalhe: essas opções na mão do Bap o mais querido passaria fácil de um bi
Uai... quem é esse "entendido" aí, tal de Amir Somoggi ??
Pior que ele é entendedor mesmo.
Flamengo tá arrumando a casa, uma coisa de cada vez, falta concluir o CT, ver a questão do estádio, firmar os pés nacionalmente e depois alçar vôos maiores. SRN
Isso msm Alberto! SRN
Concordo com vc Alberto Siqueira, o Flamengo está em processo de reconstrução e isso faz parte de um processo de internacionalização. Primeiro arrumamos a casa e depois pensamos em uma estratégia de longo prazo. Todavia, o comentário do Fábio é muito pertinente, quando falamos da necessária criação de uma liga profissional, excluindo assim os sanguessugas das federações e CBF.
SRN
Enfim, duas opiniões de profissionais que se consideram especialistas em marketing esportivos, que são incapazes de acrescentar algum argumento relevante na "internacionalização dos clubes brasileiros". Eu também não sou especialista, mas se esses profissionais pretendem entender como os clubes ingleses (principalmente) e de outros países se tornaram conhecidos mundialmente, devem estudar e entender como esse processo foi forjado durante anos, desde seus primórdios. É uma questão complexa, que não depende na minha visão apenas dos clubes, diria e acredito que dependa até mais da valorização como produto dos principais campeonatos disputados por nossas equipes. Posso estar enganado, porque não sou especialista, mas a internacionalização só foi possível em clubes como Barcelona e Real Madrid, porque eles disputam os autodenominados "melhores campeonatos", "campeonatos de melhores níveis técnicos", "campeonatos com os melhores jogadores do mundo", "campeonatos com os melhores estádios", etc...
O que eu quero dizer, caso não tenham entendido, é que o fortalecimento da marca Flamengo, depende muito mais de que o Flamengo dispute os melhores campeonatos do mundo. Tanto o Campeonato Brasileiro, ou a Copa Libertadores, Estaduais, e etc... são campeonatos muito mal vendidos, que não proporcionam destaque para seus clubes participantes. Como é feita a venda dos nossos principais campeonatos para o Exterior? Há algum interesse de um espanhol, acostumado a ver Messi e Cristiano Ronaldo, comprar um pacote pay-per-view ou fechar a compra de um canal fechado e assistir uma partida de um jogador do nível do Márcio Araújo?
Por mais que o Flamengo, se torne o Top do Brasil, ou da América Latina, ainda assim ele ressentirá de adversários de maior nível, de um fortalecimento dessas competições. O Flamengo, já foi um clube mundialmente conhecido, porque tínhamos no Brasil, equipes com jogadores técnicos, craques, gênios da bola... e dentre esses o Flamengo tinha um esquadrão. Havia o interesse no exterior, de assistir ao futebol arte praticado pelos brasileiros. O futebol brasileiro, e o praticado na América Latina, não é vendável, calendários ruins, horários ruins, erros grotescos de arbitragens, jogadores fracos... Os clubes brasileiros, precisam fundar a sua Liga, se fortalecerem negociando diretamente com os patrocinadores , para não existir esse repasse de verba para instituições como a CBF, Conmenbol, que apenas embolsam uma grana, sem se preocuparem com o fortalecimento desses clubes. Com melhores negociações, mais verbas para manter os melhores jogadores e fortalecer o nível técnico dos times, com isso penso que a internacionalização seria consequente... Não sou especialista, mas não me autodenomino assim e apenas critico as ações de um clube, sem dar argumentos ou explicar o caminho para isso como os senhores citados na matéria fizeram.
Me desculpem, mas apesar de não ter sido específico o Amir citou os projetos de times europeus. Quem acompanha um pouco o futebol internacional sabe que a base desses projetos são as pré-temporadas na Ásia e EUA, escolinhas de futebol espalhadas por vários países (que geralmente só funcionam em determinado período do ano) e exploração da imagens dos craques com ações de marketing específicas nesses locais. É claro que tudo isso só funciona se houver conquistas de expressão dentro de campo e de forma consistente (não adianta ser campeão da Libertadores em um ano e no outro cair para a série B). Resumindo: nenhum time brasileiro hoje está preparado para esse desafio, sem contar que é um projeto de médio/longo prazo que requer um investimento inicial que não vai ter um retorno imediato.