
O Botafogo fará sua despedida do estádio da Ilha do Governador neste sábado, às 20h (de Brasília), contra a Ponte Preta. E já no domingo começará a desmontar todas as arquibancadas e torres de iluminação, assim como serão retirados os holofotes. A partir de janeiro o campo da Portuguesa passará a ser alugado pelo Flamengo.
Uma hipótese seria a permanência da estrutura montada para utilização do estádio em 2016, com os rubro-negros assumindo parte dos custos. Contudo, segundo os botafoguenses tal ideia não foi levantada pelos novos usuários do local, tanto que o Botafogo nem foi procurado para tratar de algo a esse respeito.
As receitas de vendas de ingressos na Ilha não deram lucro ao clube alvinegro. Mas este nunca foi o objetivo primordial: “Investimos para ter a certeza da permanência na primeira divisão, e alcançamos nosso objetivo. Se nos classificarmos para a Libertadores, o prêmio pela quinta ou sexta colocação tornará irrelevante o que foi gasto a mais para jogar no Luso Brasileiro”, explica o vice jurídico Domingos Fleury.
O Botafogo tinha a opção de renovação do acordo e não a exerceu, liberando o proprietário para buscar novas parcerias. “A partir deste momento, tornou-se para nós absolutamente irrelevante o destino que a Portuguesa daria ao estádio”, acrescenta o dirigente.
O clube estima entre R$ 400 e R$ 500 mil reais o custo de manutenção mensal do Estádio Nilton Santos, o Engenhão, que voltará a receber os jogos do time da estrela solitária em 2017. No entanto, tais cifras parecem discutíveis.
Há oito anos, questionado por este blogueiro, o então prefeito do Rio de Janeiro, César Maia, respondeu que ceder o estádio construído para os Jogos Pan-Americanos de 2007 era bom negócio para a prefeitura. O motivo: não teria “os custos de uns R$ 15 milhões por ano com o equipamento”.
Vejamos quanto vai ser somado pela calculadora no dia a dia do estádio olímpico, que foi reformado para a Rio 2016 e ganhou, por exemplo, uma nova pista de atletismo. Certo é que não se trata de algo barato.
Fonte: Mauro Cézar Pereira

É melhor retirar mesmo, estrutura de bambú aguenta só a torcida do Botafogo que cabe numa Kombi.
kkkk. Verdade. Quem vai querer essa coisa feia pintada de preto e branco? Tira esse entulho e manda p Foguinho.
ótima 🙂
bota foguinho neste lixo rsrsr
Essa postura orgulhosa e prepotente dos dirigentes do Botafogo ainda vai acabar com o clube… um clube de torcida e patrocínio pequenos e com uma dívida bilionária se deixa levar por briguinhas infantis…
Se a manutenção do Maracanã custa entre 30 e 50 milhões por ano, como o Engenhão vai custar 400 mil/mês? Considerando que ambos se parecem em muitas coisas?
SRN