Opiniões e Análises

Crônicas da ordem flamenguista: A peleja final

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Saudações, galerinha do mal… Eu sou Nick Marques e eu escolho tumulto.

Os cavaleiros da ordem flamenguista enfim encaravam os milhares de celestes nas terras inimigas; eles sabiam que aquela batalha poderia custar caro, e que nada em seu trajeto teve tamanha dificuldade como eles estiveram prestes a encarar.

De inicio, os rubro-negros não se acuaram diante toda aquela multidão que os confrontava; eles partiam para cima de seus oponentes, tentavam ser cirúrgicos em seus ataques contra cada celeste; fazendo jus ao próprio nome, Guerrero era o que mais tentava ser decisivo, aquele que demonstrava mais garra, mais ambição durante a peleja sangrenta.

Entretanto a guerra começara a tomar um rumo diferente do que os cavaleiros ansiavam, o tempo foi empurrando a guerra em direção ao que certamente ocorre quando onze homens lutam contra sessenta mil; a fadiga gradativamente consumia e sobrecarregava os membros da ordem flamenguista.

Em um deslize, O paladino Diego uma flecha perfurar seu braço; o arqueiro Fábio era um dos trunfos mais importante dos celestes, uma arma que os flamenguistas não possuíam e todos tinham noção do peso de não ter consigo o grande arqueiro Alves. A derrota era questão de tempo após Diego tornar-se incapaz.

No grande ápice, quando todos já viam que a contenda se aproximava de seu fim, o bastardo Thiago Snow crava impiedosamente sua espada, atravessando-a por completo no torso do rubro-negro Alex Santana, que imediatamente caíra à direita.

Todos os rubro-negros encontravam-se perplexos com Muralha – alcunha do moribundo. – que, tentando respira, cuspia sangue em suas falhas tentativas de proclamar suas últimas palavras. Era o fim de Alex, o Muralha e consequentemente da guerra.

Não era mais possível brandir a espada, o elmo era sufocante e o escudo já pesava mais do que os braços podiam suportar, o grande confronto se findara num histórico triunfo do exército celeste; e aos flamenguistas sobreviventes restaram apenas suas próprias vidas e a certeza que guerrearam com a honra que tinham.

A guerra havia encerrado para os lutaram nas terras mineiras, todavia para aqueles que uma vez mais tiverem coragem para sentarem-se frente à távola rubro-negra, em seus caminhos haverá infindáveis outras épicas empreitadas e dessa forma, se tiverem de combater 60.000 pessoas, mesmo que lhe custem a própria vida, assim será… Porque vestir rubro-negro não tem pra ninguém.

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