Arthur Muhlenberg: “A dor é inevitável. O sofrimento é opcional”

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  1. Já faz muito tempo que os Flamengo x Vasca disputados na 3ª rodada da Taça Guanabara valem muito pouco. Se remédios fossem os Flamengo x Vasca com tal nível de relevância seriam classificados como placebos, palavra bonita que vem do latim placebo, que significa agradarei. Placebos são medicamentos, procedimentos ou terapias inertes, cujos efeitos terapêuticos se devem aos efeitos psicológicos da crença do paciente de que ele está se tratando.

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  • Que vergonha esse texto cheio de mimimi's e palavras enfeitadas, só pra dizer que a Nação rubro negra queria uma vitória em cima do vascolixo e os caras que estavam em campo não demonstraram garra e raça pra consegui-la.
    É simplesmente isso, os que estiveram em campo não mostraram que estão motivados a ganhar, vamos sim com certeza passar vergonha com esse time sem raça e sem esforço, se não ganha do vascolixo mais ruim de muito tempo, libertadores então será mais um fiasco em 2018.
    SRN, isso aqui é Flamengo.

    • O cara que escreveu é um comunista nato. Tu já viu comunista ter boas ideias ou pensar algo "para frente" ?

  • Eu tô bebendo aqui e comendo um churrasco. Viva Mengão

  • Dificil nao sofrer por antecipação com Rômulo, Para, Rene, trauco e rodinei.

  • Vou aqui expor a minha opinião e nem espero aprovação, é apenas um manifesto pessoal. Gosto do estilo de Muhlenberg, apesar da pomposidade. Mas, a verdade é que ele, dessa vez, não entendeu nada, ao menos do que queria parte da torcida. O carioca já não vale coisa alguma e, justamente por isso, deveria ser reservado à base, ainda que composto o time com algum titular, com inquestionável ganho para o Clube. E o time principal, como poderia ser preparado para os confrontos que teremos esse ano? Simples, amistosos e torneios avulsos, de dois ou três jogos. Isso, por que não temos ousadia o suficiente. A verdade é que com o time do ano passado duvido que alguém acredite que seremos campeões de alguma coisa esse ano. Se tivéssemos coragem, entraríamos na liberta com a base salpicada com algum profissional, já que as chances são poucas, então que sejamos ousados. Afinal, já não fracassamos tantas vezes com times profissionais no campeonato sul-americano? Ás vezes, na vida, é preciso um pouco de coragem, de heroísmo. Desconfio que a torcida compreenderia e abraçaria o time, na libertadores, com a base jogando, com raça, com entrega total, com amor em vermelho e preto. É romantismo? É amadorismo? É sim, é tudo isso e um pouco de irresponsabilidade. Que a competência se restrinja à administração do Clube, que a aventura impere nas quatro linhas. Isso aqui deveria ser Flamengo. Ou não?

    • Arthur e sua vontade de ser Nelson Rodrigues, só lhe falta uma coisa, inteligência!!!!

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