Gestão Bandeira de Mello troca de treinador a cada cinco meses no Flamengo

Ao longo desses 5 anos e meio de Gestão Bandeira de Mello, o torcedor do Flamengo se acostumou a ver o cargo de treinador sendo modificado. Tudo porque, segundo publicou o Uol Esporte, o Fla troca de técnico a cada cinco meses. Ou seja, a substituição no comando da equipe tem se tornado uma rotina.

12 comandantes passaram na beira do gramado dirigindo o time rubro-negro. Quem permaneceu por mais tempo à frente da equipe foi o treinador que veio do sub-20, Zé Ricardo, e que hoje está no Vasco. O técnico agora vascaíno ficou por um ano e dois meses no profissional do Mais Querido, o que fez a média na troca de técnicos subir para cinco meses.

No entanto, é bom ressaltar que três não foram demitidos, mas sim saíram por outras circunstâncias. Mano Menezes pediu demissão, Muricy Ramalho teve que se afastar por problemas de saúde e ordem médica e Reinaldo Rueda aceitou a proposta da Federação do Chile para assumir a seleção chilena.

Ney Franco foi quem durou menos tempo no Fla, ficando apenas sete partidas, sendo que não obteve nenhuma vitória: foram três empates e quatro derrotas. Os dirigentes rubro-negros irão intensificar nesta semana as negociações para contratar um novo técnico. Cuca e Renato Gaúcho são os favoritos.

Paulo César Carpegiani é o profissional que passou pelo Mengão que tivera o melhor aproveitamento. Demitido após a eliminação para o Botafogo no Campeonato Carioca, Carpegiani saiu com a marca de 70,5% de rendimento, de acordo com o Uol Esporte. O segundo colocado no ranking é o Vanderlei Luxemburgo, que saiu em 2014, com 63,3%.

Veja os aproveitamentos com a cronologia do tempo (segundo o Uol):

Dorival Júnior – 51,3%
Jorginho – 59,5%
Mano Menezes – 50%
Jayme de Almeida – 63,2%
Ney Franco – 14,2%
Vanderlei Luxemburgo– 63,8%
Cristóvão Borges – 46,2%
Oswaldo de Oliveira – 50%
Muricy Ramalho – 57,6%
Zé Ricardo – 62,1%
Carpegiani – 70,5%

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  • O que matou a gestao de futebol da era bandeira foi o Rodrigo Caetano. O cara é fraco.

  • Esta conta seria mas justa se coloca-se só os demitidos,mas como repórter nem um tem responsabilidade com nada,tentam apagar fogo com gasolina vai está conta aí mesmo

  • Os números parecem estar certos, o Ney teve 7 jogos, 3 empates e 4 derrotas em 2014 kkk. Mas galera, os números servem pra afirmar que o Flamengo não teve planejamento na gestão Bandeira, foi profissional financeiramente e agiu como amador administrativamente. Provavelmente nem o clube deve ter essa estatística que serviria de parâmetro como planejamento.

  • Técnico no Flamengo é apenas para servir de bode expiatório. Quem manda mesmo é a panela de jogadores, ai quando vem os vexames, eles fritam e demitem o técnico.

    • Há muito tempo que quem manda no futebol do Flamengo são os jogadores. SRN

  • A torcida não deixa ninguém trabalhar…

    • Justamente!

    • Quem não deixa são os jogadores e diretoria, qualquer torcida que vitórias e títulos e a do Flamengo não é diferente.

  • Podemos observar que os melhores aproveitamentos, foram com técnicos identificados com o Mais Querido.
    Por esse motivo e por também saber lidar com os jogadores, ele seria o melhor nome para assumir o Flamengo hoje.

    • Ele quem?

      • Kkkkkk, já corrigi, seria Renato Gaúcho.
        Valeu!

        • kkkkkk

  • O Flamengo hoje não tem comando. E não falo isso porque “jogadores mimados comandam o Flamengo”. A moda da vez é reduzir os problemas do departamento de futebol a isso. Dá a sensação que se mandasse todo mundo embora e trouxesse novos jogadores a questão estaria resolvida e ganharíamos tudo. Na verdade o problema continuaria lá: a falta de gente que entenda de futebol, que saiba onde quer chegar e como fazer para isso. Que tenha pulso não só para cobrar, mas para bancar decisões. Como a escolha de um técnico. O último quem “contratou” foi a torcida (Rueda), assim como vários jogadores foram trazidos nos últimos anos por pressão das redes sociais.

    É claro que decisões podem se mostrar equivocadas, podem não dar o resultado esperado, e se a avaliação é de que não há como evoluir então é melhor mudar. Só que no Flamengo isso não é feito por convicção, mas pelo que diz a opinião pública. A última prova disso foi a demissão de metade da comissão técnica e dirigentes do futebol após a derrota para o Botafogo. Acho que não há dúvida que uma mudança dessa dimensão deveria ter sido feita no início do ano, o que não aconteceu. Por que agora? Se a bola do Dourado que acertou a trave tivesse entrado, se o Flamengo tivesse se classificado para a final, estaria tudo bem? Todos seguiriam? Se a resposta é que não, não estaria tudo bem, mas sim, todos seguiriam, então é porque a reação da imprensa e da torcida foi o que determinou a mudança conduzida por um VP que se mostrava completamente omisso até então. Isso é o mais irônico: até quando alguém acerta, as coisas são conduzidas de forma errada.

    Enquanto não houver comando, enquanto as decisões forem tomadas para agradar opinião pública ou simplesmente por conveniência, como foi efetivar no cargo de treinador um cara contratado para ser supervisor técnico, porque ele “já estava ali”, nada vai mudar. Sem respaldo, sem convicção, ninguém vai conseguir desenvolver um trabalho consistente, independete se é um paizão ou do tipo que sai berrando no vestiário. Como falei, reduzir os problemas do Flamengo a isso é ilusão.

  • Nação rubro negra.
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    CONFRARIA DO URUBU.

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