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Posicionamento em campo, calendário apertado e falta de tempo para treinar: os obstáculos para Vitinho engrenar no Flamengo

Por: Venê Casagrande

O Flamengo investiu alto – cerca de 10 milhões de euros, algo em torno de 45 milhões de reais – para repatriar Vitinho. O atacante desembarcou no Rio de Janeiro, no fim de julho, com pompa de craque e encheu a torcida de esperança. Mas, até o momento, o jogador está longe daquele que os torcedores rubro-negros e a comissão técnica esperam. Motivo? O conhecido processo de adaptação que todo atleta que chega do exterior precisa passar. Mas alguns obstáculos maximizam essa dificuldade: calendário brasileiro apertado, posicionamento em campo e falta de tempo para fazer ajustes durante a semana.


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Antes no CSKA, da Rússia, que começa a temporada no meio do ano, Vitinho está sofrendo para se acostumar com o calendário brasileiro. Desde que estreou pelo Flamengo, no dia 1º de agosto, o atacante disputou 13 jogos em menos de 45 dias. Nesse ínterim, o técnico Mauricio Barbieri teve pouco tempo para treinar e fazer ajustes na equipe da maneira que gostaria, o que deve acontecer nos próximos dias, quando a equipe rubro-negra folgará durante a semana.

Além do pouco tempo de treinamento, outro fator dificulta o processo de adaptação de Vitinho: o estilo de jogo. No CSKA, o atacante jogava em uma posição diferente do que vem atuando pelo Flamengo. O time russo utilizava dois esquemas táticos (3-4-3 ou 3-5-2), deixava o jogador com mais liberdade e, com isso, ele ocupava todos os espaços do campo. Já no Rubro-Negro, que atua no 4-1-4-1, o camisa 14 fica “engessado” na ponta esquerda e dificilmente sai da sua zona.

(Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)

Para ilustrar a movimentação de Vitinho na época de CSKA, a reportagem consultou o site “Sofascore”. Na imagem abaixo, do mapa de calor do atacante no jogo pelo time russo contra o Arsenal Tula, fica evidente a liberdade em campo.

(Foto: Reprodução/SofaScore)

No Flamengo acontece ao contrário. No esquema utilizado por Barbieri, Vitinho pouco sai do lado esquerdo e fica “preso” no sistema utilizado pelo comandante rubro-negro. O mapa de calor abaixo é do último jogo do camisa 14, no empate em 0 a 0 com o Corinthians, pela Copa do Brasil, na última quarta-feira (12).

(Foto: Reprodução/SofaScore)

EXEMPLO DENTRO DO ELENCO:

A dificuldade de um jogador com alta capacidade técnica em se readaptar ao futebol brasileiro não é novidade no Flamengo. Everton Ribeiro é o exemplo mais recente. O camisa 7 chegou em 2017, vindo da Arábia, e demorou para demonstrar o futebol que todos esperam. Em alguns momentos, o meia perdeu espaço e, inclusive, ficou no banco de reservas. Na atual temporada, ele é um dos destaques do time rubro-negro e considerado titular absoluto no time de Mauricio Barbieri.

(Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)

Enquanto sofria para reencontrar o bom futebol, Everton Ribeiro foi procurado por clubes brasileiros que pensavam na contratação do meia. O Flamengo, entretanto, ciente que o melhor do jogador ainda estava por vir, sequer abriu negociação e teve paciência com o atleta.

O mesmo, então, vai acontecer com Vitinho. Dentro do clube, todos têm noção que o jogador ainda não está rendendo o esperado, mas tanto diretoria quanto comissão técnica estão confiantes que o atacante vai evoluir neste fim de temporada e pode chegar “voando” na reta final do ano.

6 Comentários

  • Joga nada! Enganador, torcida botou fé nesse cara aí, só pq dizia ser Flamenguista.
    Mas em campo é uma negação.
    Precisa de quantos jogos pro cara se adaptar? E outra ele é jogador Brasileiro, Jogou mto tempo no Brasil.
    É mta desculpa pra um jogador de 10milhoes de Euros.

    • Vitinho chegou agora pior é Diego que não arma não faz gol e só toca pros lados e BUNDA no chão como volante sendo que é dez

  • Enganador não é vitinho e sim diego que ganha 1 milhão pra ralar bunda no chão dando carrinho e jogando como volante e não arma não chuta não coloca atacantes em condições de marcar , correr é obrigação ganhando 1 milhão

  • Para o Flamengo falta um técnico. Um técnico que cobre e seja cobrado. Um técnico de respeito. Que o jogador olhe pro banco e se sinta motivado, representado e que o jogador tenha disposição para jogar pelo clube e por ele (técnico). Não se pode cobrar de quem não tem nada a oferecer. Técnico sem representatividade, sem títulos, sem currículo. Que moral tem este moço? Não questiono qualidades….pode até ter! Mas, sinceramente….É como dar uma Ferrari para quem não sabe dirigir. Enquanto isto, podem trazer os melhores do mundo. Mas…se continuarem com os Barbieris e os Zés Ricardos da vida vamos ficar sempre no quase. E olhe lá. Dirigir o Flamengo não é para amadores ou para apostas. Tanto dinheiro jogado fora em Rômulo, Ederson, Geuvânio e Marlos e não se contrata um verdadeiro técnico. Desculpem…..Mas….quem é Barbieri na fila do pão?

  • Falta de planejamento.
    Não se planejou para libertadores de 2017. Copa do Brasil de 2017. Brasileiro de 2017
    libertadores de 2018. Copa do Brasil de 2018. Brasileiro de 2018.
    Prova disso foi a situação do Rueda. Onde ficamos esperando a boa vontade deste senhor, se ficaria ou não.
    Clube que contrata no meio de competições.

  • Criação de sites e aplicativos para celular