O Flamengo apresentou à Conmebol, nesta sexta-feira (01), a sua defesa em relação às acusações da entidade contra Gabigol e Jorge Jesus. O caso do atacante refere-se à tradicional comemoração com a plaquinha no Maracanã, enquanto o treinador responderá pelo atraso na volta para o segundo tempo da partida contra o Grêmio, pelo jogo de volta das semifinais da Libertadores.
A informação foi dada primeiramente pelo jornalista Diogo Dantas, do jornal “O Globo“. Segundo ele, o argumento usado pelo Fla para tentar livrar Jorge Jesus de uma punição é a falta de reincidência por parte do treinador, uma vez que foi Abel Braga o técnico advertido na primeira vez pelo mesmo motivo, na primeira fase da Libertadores.
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O Rubro-Negro, no entanto, segue como reincidente e pode ser multado pela Conmebol. Vale lembrar que a responsabilidade sobre este tipo de infração, de acordo com o regulamento da entidade sul-americana, se restringe ao treinador. Pelo fato de ser a primeira penalidade, Jorge Jesus deverá receber apenas uma advertência. Sendo assim, a sua presença na área técnica está praticamente assegurada para a final da Libertadores.
O principal argumento usado pelo Flamengo é que não se pode falar em reincidência de Jorge Jesus na infração de atraso, já que foi Abel Braga o técnico punido na primeira fase da competição. + @OGlobo_Esportes
— Diogo Dantas (@diogodantas) November 2, 2019

Acho que a defesa do atraso é muito fraca. Deveria alegar alguma indisposição de algum jogador e como o técnico e os companheiros resistiam em substituí -lo, esperam um pouco mais apenas para o jogador responder sobre sua situação de melhora. Aí, depois, alegria como atenuante que o técnico é réu primário nesse ou outros tipos de infrações perante à CONMEBOL. Simples assim!