Jornalista aponta ‘queda de braço’ entre dirigentes como obstáculo para longa hegemonia do Flamengo

FOTO: DIVULGAÇÃO

A demissão de Paulo Pelaipe pegou flamenguistas e dirigentes de surpresa na última segunda-feira (06). O agora ex-funcionário era a pessoa de confiança e braço direito do vice-presidente de futebol, Marcos Braz – e, também, um dos principais responsáveis pela chegada de Jorge Jesus ao Flamengo. Ao que tudo indica, o desligamento de Pelaipe é mais um capítulo da queda de braço travada entre Luiz Eduardo Baptista, o BAP, e Braz.

Para Marcel Rizzo, no entanto, o cenário conturbado e a ”guerra fria” declarada entre dirigentes é, também, o principal obstáculo para criar-se uma hegemonia no futebol nacional. Em seu blog para o portal ‘UOL’, o jornalista afirma que o ”amadorismo dos dirigentes brasileiros impede isso”.

É óbvio que em um meio que circula tanto dinheiro e no qual as pessoas ficam famosas da noite para o dia ao assumir um cargo executivo no departamento de futebol pode ser difícil controlar egos. É óbvio que não é preciso ter amizade com seu companheiro de trabalho para que a produtividade apareça, e o Flamengo do segundo semestre de 2019 mostra isso: os diretores Marcos Braz e Luiz Eduardo Baptista, o Bap, nunca se entenderam, mas o time venceu e convenceu -, escreveu.


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O jornalista ainda explica a diferença entre trabalhar apenas por resultados e com paixão. Além de aconselhar o melhor caminho para o Flamengo nesta temporada.

Fica difícil imaginar que em 2020 o Flamengo possa perder a hegemonia do futebol brasileiros. Isso, claro, se um clube de futebol fosse administrado como uma empresa. Com paixão envolvida acontecem coisas estranhas, como a demissão de Pelaipe por meio do RH sem que seu superior soubesse. O Flamengo deveria olhar para o passado, é sempre bom. Nunca houve hegemonia longa no futebol brasileiro moderno porque dirigentes, enciumados com o sucesso dos outros, boicotaram seus clubes, mesmo que não soubessem disso à época -, afirmou.

Marcos Braz, citado como desafeição de BAP, não foi informado por Landim, presidente do Flamengo, da demissão de Paulo Pelaipe. Apesar disso, o vice-presidente de futebol não cogita deixar seu cargo.

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  • Basta uma demissão de um funcionário pra imprensa querer por obstáculos no desenvolvimento de um ótimo trabalho que um clube vem fazendo, ninguém é insubstituível, sai um bom profissional e aparecem 10 de mesmo escalão na fila, o que atrapalha o desenvolvimento de um clube é uma gestão corrupta, o elenco tá mantido e sendo reforçado, o que mantém e manterá sempre o Flamengo lá em cima é sua torcida, base e dinheiro, e a tendência agora com esse desenvolvimento financeiro é de que venha melhores administrações e que nos levarão sempre a aumentar de patamar! SRN

  • Quem é Marcel Rizzo perto do BAP? Olhemos o curriculum de ambos. O mesmo falo do Landim. Pode haver vaidades, mas estes caras sao experimentados no mercado. Falou besteira o reporter ao querer generalizar com dirigentes que apenas vivem a vida do clube.

  • Só especulação, jornalista querendo aparecer, ter seus 5min de fama. Tá tudo sob controle no Flamengo. Contratações chegando. Vamos aos títulos.