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Em entrevista à Rádio Guaíba, de Porto Alegre, nesta quinta-feira (30), o Presidente da República, Jair Bolsonaro, defendeu, novamente, o retorno das competições do futebol brasileiro. Segundo o político, os jogadores profissionais têm risco “infinitamente pequeno” de morrer caso sejam infectados pelo novo coronavírus, pois são jovens e possuem uma capacidade física elevada das demais pessoas.
— No momento, existe já muita gente que entende, que está no meio futebolístico, que é favorável à volta porque o desemprego está batendo à porta dos clubes também. Com essa idade jovem, o jogador, ele dificilmente, caso ele seja acometido do vírus, a chance de partir para a letalidade é infinitamente pequena. Até pelo estado físico, pela higidez que tem esse atleta. Agora, eles têm que sobreviver –, disse Bolsonaro, que emendou:
— Muitas vezes a gente tem o pensamento que o jogador, que todo mundo ganha horrores. Não, a maior parte não ganha bem e precisa do futebol para sustentar sua família. Estão passando necessidade. Não sou eu que vou abrir ou não o futebol, mas já conversei com o ministro da Saúde e dar um parecer um nesse sentido, para que o futebol volte sem torcida. Então, da nossa parte, esse parecer deve ser feito, como acertado com o ministro Nelson Teich e como parece que também a Anvisa vai dar um parecer nesse sentido.
Vale ressaltar que o Governador do Estado do Rio de Janeiro emitiu nesta quinta-feira (30) a prorrogação do decreto de isolamento social até o dia 11 de maio. Sendo assim, as atividades de futebol do Flamengo não devem retomar, como o clube pretendia fazer nos próximos dias.



























O que pouca gente pensa é que, apesar do risco de morte muito pequeno, um atleta pode sim desenvolver a pneumonia decorrente do COVID-19. E já está na literatura médica que essa pneumonia causa cicatrização do tecido pulmonar, algo que já havia sido observado na SARS no início do século. O problema é que o pulmão cicatrizado nunca mais recupera o volume que teria quando saudável. O que significa que um atleta que tenha esse problema nunca mais na vida vai ter a mesma capacidade de oxigenação sanguínea e isso pode acabar com a carreira de um atleta. É uma situação muito mais complicada do que o grande público imagina.
Se Bolsonaro entendesse desse vírus já em miados de Janeiro ele teria tomado as devidas providências para esse maldito vírus não chegar ao Brasil.
Tudo que ele fala dá errado e acontece o contrário, então pode até morrer atleta só por ele ter falado, o pior é agora querer seduzir o rubinho para levar jogos pra Brasília numa clara utilização política na sua briga particular com o governador do Rio, O FLAMENGO NÃO É BOTEQUIM para ser ringue de discussão, Landim preste a atenção, o Maraca é do Estado do Rio de Janeiro, não caia em armadilha de bozonero