CEO do Maracanã explica funcionamento de instalações do hospital de campanha: “Não interferem no jogo”

FOTO: ROGÉRIO SANTANA/DIVULGAÇÃO GOVERNO DO RJ

O confronto entre Flamengo e Bangu, que ocorreu na última quinta-feira (18), marcou o retorno do futebol no Rio de Janeiro. A partida, válida pela quarta rodada do Taça Rio, foi disputada no Maracanã e, após o fim do duelo, muitos jornalistas, comentaristas e torcedores, utilizaram as redes sociais para criticar a realização de um jogo no ‘mesmo ambiente’ onde está instalado um hospital de campanha para o combate à Covid-19.

No entanto, segundo o CEO do Maracanã, Severiano Braga, a instalação foi pensada de forma a não interferir no funcionamento do estádio. Em entrevista à Rádio Globo, Severiano afirmou que o hospital de campanha não interfere diretamente na realização dos jogos e, além disso, destacou mudanças que foram feitas nos acessos ao estádio, tudo pensando na volta segura do futebol e na comodidade do hospital.

No final de março, quando nós fomos chamados para conversar com o Governo do Estado para fazer a instalação do hospital, a gente se preocupou em dar um lugar bom para que eles pudessem trabalhar, mas pensando lá na frente, para quando as coisas melhorassem, eles teriam que ter uma desmobilização e a gente já teria que estar utilizando o estádio. Então, a gente tentou fazer com que eles ocupassem uma área que não interferisse muito diretamente no jogo -, afirmou o CEO, antes de prosseguir:


Não perca tempo, peça a nova camisa 2 do Flamengo!


É lógico que a gente não tem como blindar tudo, então eles ocuparam algumas áreas e a gente teve que alterar a entrada da imprensa. Os jogadores, por exemplo, entraram pelo portão 9, que é o de estacionamento dos carros do camarote, foi uma alteração pequena. Mas, a gente já está tentando fazer um novo modelo em cima desse trabalho do último jogo, com o hospital de campanha, porque eles estão usando mais as instalações do Maracanãzinho -, concluiu.

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