Após alteração na Lei Pelé, Conselheiros do Flamengo fazem campanha por voto à distância

Foto: YURI SOBRAL/ COLUNA DO FLA

Em setembro deste ano, o Congresso Nacional aprovou a Lei 14.073/2020. Ela foi sancionada pelo Presidente da República, Jair Bolsonaro, no mês seguinte, em outubro e prevê alterações no colégio eleitoral das entidades do setor desportivo. Em um dos seus artigos, prevê um “sistema de recolhimento dos votos imune a fraude, assegurada votação não presencial“, ou seja, voto à distância. Com base nesta lei, que altera também a Lei Pelé, conselheiros do Flamengo fazem campanha para angariar assinaturas para alterar o estatuto.


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Um texto endereçado ao presidente do Conselho Deliberativo do Flamengo, Antonio Alcides, intitulado “Voto à distância em clubes é lei“, circula nos grupos de Whatsapp de sócios do clube. A proposta tem que ser acolhida para então começar os trâmites estatutários para ser posta em votação. Lembrando que mudanças que impliquem no andamento do processo eleitoral não podem ser feitos no mesmo ano que há eleição. Sendo assim, com eleições marcadas para 2021, a mudança teria que ser feita em tempo recorde para ter validade.

CONFIRA O TEXTO QUE SERÁ ENCAMINHADO AO PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO:

Ilmo. Sr.
Presidente do Conselho Deliberativo do Clube de Regatas do Flamengo
Dr. Antonio Alcides Pinheiro da Silva Freire

Ref: Votação Não Presencial

Prezado Dr. Alcides

O marco regulatório do desporto brasileiro – a Lei 9.615, conhecida como “Lei Pelé” – sofreu importante alteração em data recente. O Congresso Nacional aprovou e o Presidente Jair Bolsonaro sancionou a Lei 14.073/2020, tornando obrigatória a realização de votação não presencial nos processos eleitorais das entidades de práticas desportivas (art. 22, IV).

Os associados abaixo listados, com base no que prevê a legislação em vigor, solicitam a Vossa Senhoria que adote os procedimentos necessários à alteração do Estatuto Social do Clube de Regatas do Flamengo, especialmente visando a realização das eleições que irão ocorrer em dezembro de 2021.

Saudações Rubro-Negras!

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  • Infelizmente, O. Ferreira, apesar de a arbitragem + VAR terem acertado na invalidação do gol, o SPFC tem o direito de pedir a anulação e é quase provável que consigam, pois ficou caracterizado um erro de direito. A regra do jogo não foi cumprida. O gol foi validado e o jogo reiniciado. Só depois houve a anulação do gol.
    Vale lembrar que em 2013 o Fluminense foi rebaixado em campo. A escalação irregular de um jogador pela Portuguesa-SP não teve qualquer peso técnico, mas foi um erro de direito que abriu a brecha.
    Mas, isso não significa que, tendo nova partida, eles ganharão os 3 pontos. Pode ser que percam a partida e não ganhem nenhum.

  • Um assunto que está escapando a esta coluna: os bambis perderam mo campo e vão buscar no tapetão a validação de um gol ilegal. Tudo isso por conta da intervenção catastrófica do var tupiniquim. E aí, os times que disputam a parte de cima da tabela ficarão calados? Legal isso aí, apelar para esses imbecis que operam o var para não perder pontos. Virou vale-tudo,