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Maurício Souza revela injustiça em resultado de clássico Fla-Flu e lamenta chances perdidas: “Faltou um pouco mais de capricho”

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FOTO: MARCELO CORTES/FLAMENGO

Após entrar em campo para realizar o primeiro clássico da temporada, o Flamengo saiu derrotado do Maracanã depois de perder para o Fluminense por 1 a 0. Em entrevista coletiva pós-jogo, Maurício Souza comentou sobre a ‘justiça’ no resultado e avaliou o desempenho do Mais Querido na partida. Além disso, o treinador também citou as chances claras de gol do Rubro-Negro e lamentou a derrota.


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– Claro que não considero o resultado justo, mas a gente sabe que futebol não se vive de justiça. Falei isso para eles no intervalo. Acho que poderíamos ter feito gol no primeiro tempo, mas o nível de concentração tem que estar alto o tempo todo. Acabaram acertando belo chute e saíram com a vitória. Os números retratam o jogo que a gente fez, mas o volume tem que ser traduzido em gol, que é o que define a partida.

– Tivemos 24 finalizações, foram 11 chances de gol. Tivemos mais posse, empurramos o Fluminense para trás e poderíamos ter aberto o placar. O que faria, de repente, o Fluminense sair um pouco mais. Mas isso não aconteceu.

Para o próximo duelo na competição, é possível que Maurício Souza não esteja na beira do gramado por conta do retorno de Rogério Ceni ao comando do Flamengo. No entanto, o técnico campeão brasileiro em 2020 já participou dos treinos do Mais Querido durante a semana e já esboça a equipe titular para enfrentar o Resende, pela quarta rodada da Taça Guanabara.

As equipes se enfrentam na próxima sexta-feira (19), às 21h (horário de Brasília), no Maracanã. O duelo, válido pela quarta rodada da Taça Guanabara, será exibido pela FlaTV+, plataforma de streaming do Clube da Gávea. O Coluna do Fla, como de costume, traz a transmissão mais pé quente e rubro-negra da internet, via YouTube.

Ver comentários

  • Claro que se trata de um time "Sub-20", mas seria bom fazer algumas considerações.
    A zaga com Noga e Natan é muito firme e ajustada. Por ali não passa nada. Uma pena que Natan já esteja saindo. Porém, os laterais ainda precisam de regularidade. Matheuzinho e Ramon, ontem, erraram tudo o que tentaram, de passes de 3m a cruzamentos, sempre na bandeirinha de córner do outro lado do campo ou por trás do gol, o que indica que uma coisa é jogar contra Nova Iguaçu e Macaé, outra é disputar um clássico.
    No meio, Hugo Moura, João Gomes e Pepê, muito marcados, não tiveram espaço pra trabalhar e nem contaram com a ajuda do ataque para abrir espaços. Rodrigo Muniz, paradão, Thiaguinho e Michael querendo driblar o time inteiro do Flu antes de fazerem as jogadas, e como destacou o treinador, a falta de capricho nas finalizações e cruzamentos, mataram o time. Michael, então, muito individualista e querendo resolver tudo sozinho, acabou por selar seu destino no Flamengo, penso eu. O clube deveria emprestá-lo. Além disso, o time pouco chutou a gol de média e longa dstância. Talvez pela presença de Ceni no estádio, todos queriam fazer jogadas mirabolantes, entrar "tocando", tabelando, driblando, queriam fazer golaços de voleio, entrar com bola e tudo, fazer gol de bunda, diante de uma defesa fechadíssima e que não dava espaços. Nessas horas, o chute de longe pode resolver, mas só tentaram isso 3 vezes, e no primeiro tempo. Só Hugo Moura acertou o alvo. Pepê e João Gomes erraram.
    Lázaro ainda não disse ao que veio, nem justificou tanto cartaz. Entra nos jogos e não faz nada. Precisa ser melhor trabalhado.
    Max entrou e tb errou tudo o que tentou.
    Gabriel Batista ainda oscila demais. Depois de fazer grande defesa numa cabeçada na área, aceitou um chute de 30 m, pulando atrasado. O Flamengo deveria emprestá-lo, pra ganhar experiência e sequência.
    Enfim, o Sub-20 do Flamengo termina sua "aventura" no Carioquinha perdendo de novo pro Fluminense, depois de dominar os 90 minutos e não conseguir fazer um golzinho. Agora, com os profiças voltando, a coisa tende a mudar. Gabigol, Pedro e Bruno Henrique jamais tentariam matar a bola no peito dentro de uma pequena área infestada de adversários, pra só depois finalizar, como quis fazer Rodrigo Muniz. Ali é meter a cabeça direto pro gol e partir pro abraço, sem maiores complicações, mas certamente o menino queria fazer um "golaço aço aço aço!", e perdeu mais uma chance. Mas é bom pra aprenderem. Acertar o pé, simplificar as jogadas e ter mais controle dos nervos na hora que precisar. É o que falta à nossa base, que é boa e tem futuro. SRN?⚫

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