FOTO: FABIO MENOTTI/AG PALMEIRAS
Flamengo e Palmeiras se organizaram e começaram a dominar o futebol nacional na segunda metade desta década e isso não é novidade para ninguém. Os resultados dentro de campo, obviamente, são frutos de gestões interessadas em manter os clubes nos trilhos. Apesar de reconhecer o grande trabalho desenvolvido pelo Rubro-Negro, Maurício Galiotte, presidente do Alviverde, afirmou que outras equipes também seguem o mesmo caminho.
– Palmeiras e Flamengo ganharam nos últimos anos, fizeram reestruturações importantes nas partes administrativas, financeiras e esportivas. Os projetos aconteceram mais ou menos no mesmo momento. A gente tem alguns resultados acontecendo, mas temos outras equipes que considero que também fazem grandes trabalhos. No futebol brasileiro, não é fácil vencer. No último Campeonato Brasileiro a gente tinha quatro equipes disputando faltando três ou quatro rodadas. Eu acho que o Flamengo tem uma grande equipe, faz um espetacular trabalho -, disse em entrevista exclusiva ao ‘TNT Sports’.
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O Flamengo ganhou notoriedade principalmente após a temporada 2019. Campeão nacional e continental no mesmo ano, feito apenas de Santos do Pelé, quebrou recordes surpreendentes e foi dominante na América. Em 2020, conquistou o bicampeonato do Brasileirão e ainda pôde celebrar o Carioca, a Supercopa e a Recopa.
Já o Palmeiras de Galiotte, conquistou a Libertadores da América 2020, a Copa do Brasil 2020 e o Campeonato Paulista. Somou 58 pontos no Brasileirão e terminou o torneio na sétima colocação.
Flamengo e Palmeiras se enfrentam na ‘final do século’ no próximo dia 11 de abril, pela Supercopa do Brasil. Os cariocas vão a campo para defender o título – conquistado diante do Athletico em 2019, no Mané Garrincha, em Brasília.



























Com os estádios liberados para o público, somos imbatíveis. O Mais Querido é o trem pagador do futebol brasileiro. Infelizmente, a pandemia bagunçou o coreto. O dinheiro do sócio-torcedor e as bilheterias minguaram, além de aquela atmosfera do estádio cheio fazer fazer falta ao desempenho dos atletas rubro-negros em campo. Isso favoreceu ao Palmeiras, que ainda se aproveitou nosso exemplo com o uso dos garotos no jogo do surto de covid para dispensar jogadores caros e usar sua base. Infelizmente, JJ indicou Michael e Pedro Rocha, atletas caros e que pouco contribuíram em campo, o que inflacionou nossa folha salarial. Agora é hora de rever essa política de trazer reservas caros e improdutivos para priorizarmos a base.