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Diego relembra lesão grave de 2019 e revela apoio dos companheiros em goleada sobre o Grêmio, pela Libertadores

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FOTO: ALEXANDRE VIDAL/FLAMENGO

Em 2019, Diego sofreu uma das lesões mais graves de sua carreira. No jogo contra o Emelec, pelas oitavas de final da Copa Libertadores, o camisa 10 do Flamengo foi duramente atingido e impedido de continuar em campo. Com luxação no tornozelo esquerdo, fratura óssea e lesão ligamentar, o capitão deu um show de profissionalismo e dedicação, se recuperando em tempo recorde. E a superação foi o assunto da entrevista ao Canal Barbaridade. Ao relembrar a contusão, o meia revelou o apoio que recebeu dos companheiros no jogo que marcou seu retorno aos gramados: a goleada sobre o Grêmio.

As coisas aconteceram de forma perfeita. O Jorge, depois do terceiro gol, me mandou aquecer. E tem uma situação legal quando eu chego para aquecer. Seis jogadores podem aquecer por vez na Libertadores e eles meio que pararam de aquecer quando cheguei, meio que “deixa ele aquecer, ele tem que entrar”, meio que torcendo por mim. E eu imagino a vontade que eles estavam também de entrar. Então são atitudes que ficam marcadas -, disse, antes de prosseguir:


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Jogadores dentro de campo pediam “Mister, coloca o Diego”. Eles acompanharam muito como eu sonhava de estar ali, de toda a recuperação. Teve uma atitude linda do Ribeiro de me passar a faixa de capitão, o Gabi me dá um abraço, o Filipe Luís, enfim… Jogadores tocando a bola pra mim toda hora, o Pablo, o Rodrigo Caio… “Vai jogar, dá a bola nele”. São momentos que ficam marcados para sempre -, concluiu.

ASSISTA AO TRECHO DA ENTREVISTA:

Vale lembrar que, no lance da contusão, o juiz sequer assinalou falta e, consequentemente, o atleta do Emelec não foi punido. A gravidade da lesão de Diego fez o departamento médico do Flamengo trabalhou com um prazo de cinco meses para o retorno, mas o camisa 10 superou as expectativas e se recuperou em três meses, podendo voltar a atuar no marcante 5 a 0. O resto da história, coroou a superação: na final contra o River Plate, o capitão foi responsável pelo lançamento que culminou no segundo gol de Gabigol e fez o Flamengo se consagrar campeão da América.

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