Dorival descobre nova função para Everton Ribeiro após jogo contra o Santos

Armador atuou mais centralizado em vitória na Vila Belmiro


Por: Bruno Villafranca

A vitória diante do Santos na Vila Belmiro, no último sábado (02), contou com boa parte de uma equipe mesclada por conta da maratona de jogos e viagens desgastantes que o Flamengo vem enfrentando. Além disso, o técnico Dorival Júnior está tentando reciclar e melhorar o desempenho de jogadores importantes no elenco, como Everton Ribeiro, que, recentemente, chegou à marca de 300 jogos com a camisa rubro-negra. Antes da chegada do novo treinador, o atleta vinha sendo criticado por grande parte da torcida, que cobrava uma maior participação em lances efetivos dentro das partidas.


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Contra o Santos, Thiago Maia fez o papel de primeiro volante e Victor Hugo zelava pela construção e proteção do lado esquerdo. Já Everton Ribeiro atuou como meia direita, abrindo espaço para a escalação de Marinho como extremo, o que rendeu bons frutos ao Rubro-Negro dentro do jogo. O capitão do Flamengo teve muita liberdade para tramar os lances por dentro em cima do lateral direito santista, Auro. Acionado por Marinho, foi à linha de fundo e cruzou para Pedro abrir o placar. Houve jogadas interessantes com Matheuzinho também naquele mesmo espaço de campo.

Além da boa atuação individual, o camisa sete do rubro-negro falou sobre a entrega da equipe e também sobre o trabalho desenvolvido por Dorival Júnior: “Acho que a equipe está em uma crescente, todo mundo se sentindo confiante. As vitórias trazem essa confiança e o Dorival está sabendo aproveitar todo mundo muito bem”, disse o capitão do Flamengo.

MAPA DE CALOR DE EVERTON RIBEIRO EM SANTOS X FLAMENGO:

Imagem: SofaScore

MAPA DE CALOR DE EVERTON RIBEIRO EM TODO O BRASILEIRÃO 2022:

Imagem: SofaScore

A possibilidade de Everton Ribeiro atuar por dentro pode virar chave para a reinvenção do Flamengo, também na hora em que o time precisar se defender. Quando atua pelo lado do campo, Everton sente o peso dos 33 anos, uma vez que precisa acompanhar as subidas dos laterais adversários. Nesta nova função, a obrigação de marcar acontece no meio campo, o que dificulta menos a vida do camisa 7 do Fla.

No Brasileirão, o armador rubro-negro participou das 15 partidas do time na competição, sendo 12 como titular, com uma média de 71 minutos por jogo. Na Libertadores da América, foram seis aparições na equipe, todas iniciando os 90 minutos. Em três oportunidades, o camisa 7 balançou as redes adversárias.

O visível crescimento recente no futebol agrada o atleta, que ainda crê na chance de disputar a Copa do Mundo do Catar, no fim do ano. Everton Ribeiro foi convocado nove vezes pelo técnico Tite, para atuar pela seleção brasileira nas eliminatórias do mundial, sendo titular em quatro oportunidades e marcando dois gols. No entanto, a última convocação para os amistosos contra Coreia do Sul e Japão, não continha o nome do jogador do Flamengo, que havia caído de produção sob o comando do português Paulo Sousa, demitido em junho.

DE OLHO NA SEQUÊNCIA

O próximo compromisso de Everton Ribeiro acontece na quarta-feira (06), às 21h30 (horário de Brasília), quando o Flamengo recebe o Tolima (COL), em partida de volta, pela Libertadores da América. O Mais Querido venceu o jogo de ida por 1 a 0, e tem o empate a seu favor, jogando no Maracanã. Questionado sobre a real possibilidade de avançar às quartas de final, o capitão rubro-negro foi categórico: “Que a gente possa fazer um grande jogo na quarta-feira para consolidar esse momento e trazer essa classificação”, relatou.

A transmissão mais rubro-negra da internet para Flamengo e Tolima fica a cargo do Coluna do Fla, que inicia os trabalhos muito antes de a bola rolar, com um super pré-jogo, recheado de informações, escalações oficiais e um timaço de profissionais, direto do Maracanã. A ESPN Star+ também transmite a partida.

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  • “Descobriu”? VTNC!!! Há 500 anos que estou falando para botar o Ribeirinho escalado na parte central do campo, Em um esquema do tipo 3-4-3 ou 3-5-2 (ou até mesmo em um 3-6-1)! Tanto ele quanto Arrascaeta estariam mais centralizados, encorpando o meio-campo e acionando os atacantes, ao mesmo tempo em que fecham a segunda linha defensiva. Nesta armação, só precisaríamos de um volante de ofício e se depender da necessidade, encaixar o segundo volante no lugar de um dos dois meias, para preservá-los de uma sequência de jogos pesada.