
Foto: Reprodução/ Charla Podcast
As últimas temporadas do Flamengo recolocaram o time na prateleira dos maiores campeões do país. Integrante destes elencos vencedores, Rodinei faz questão de atrelar as glórias do clube ao comprometimento da equipe rubro-negra. Aliás, o ex-Fla deixa claro que a passagem de Jorge Jesus no Mengo foi “diferente”. Isso porque, o português ‘cobrava’ de todos do elenco, inclusive de Gabigol, a estrela da equipe.
— O Jorge Jesus é diferente em todos os sentidos. Se tiver que cobrar da base ou do Gabigol é a mesma coisa, ele não diferencia. Fecha a cara o tempo inteiro, treina forte, treino intenso-, disse o ex-Flamengo, em entrevista ao ‘Charla Podcast’ nesta segunda-feira (29).
Aliás, a fala do lateral vai de encontro ao momento vivenciado pelo Flamengo. Isso porque, atualmente, parte dos jogadores do Fla alegam que o clube da Gávea não tem comando estabelecido. Além disso, alguns tratam Gabigol como um atleta “mimadinho”, indicando que o atacante não recebe cobranças por parte da diretoria rubro-negra.
Rodinei, inclusive, relata que Jorge Jesus tinha uma atitude de liderança com a equipe. Apesar de recém-chegado ao elenco, à época, o português corrigiu tudo que tinha visto como incorreto no plantel do Flamengo. De forma bem humorada, o lateral contou que a metodologia de trabalho ‘diferente’ do ‘Mister’ proporcionou o crescimento pessoal do ex-Fla e da equipe, como um todo.
— Primeiro treinamento que fiz com ele, o cara deu a bola no atacante e eu fui correndo todo errado e ele apita e fala: “fo**-se, eu com 70 anos jogo no teu lugar assim. Estás a andar? Estás a jogar parado? Que isso?”. E ele xingando todo mundo, isso no primeiro treino. Pensei: “vamos ter problema com esse cara”-, finalizou Rodinei, que atualmente defende as cores do Olympiacos (GRE).
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Mas pros Mauros Cezas e Landins da vida esse cara não faz falta. Mais vale o ego inflado que o Flamengo organizado e competitivo.
Não puderam esperar o final de maio para ter o JJ, porque o Flamengo tinha pressa. Chegamos no final de maio e o time continua a mesma merda de antes. E aí?
Resumindo: bons técnicos tem que ter temperamento forte! Isso não só consagrou o Jorge Jesus e o Abel Ferreira, como também os brasileiros Dorival Jr., Fernando Diniz, Luis Felipe Scolari e Vanderlei Luxemburgo (este último está devendo). Mas se a diretoria não prover suporte e continuar "abraçando" os jogadores "mimados" (viu, Marcos Brás e Gabigol), vamos continuar tendo problemas na gestão do elenco!!!
Saudades do Rodrigo Caetano...