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“Melhor que Thiago Maia”: joia do Flamengo ganha titularidade e recebe elogios de torcedores

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Igor Jesus foi titular no jogo contra o Bangu, pelo Campeonato Carioca


O Flamengo venceu o Bangu por 2 a 0 na noite desta quinta-feira (15), em jogo válido pela oitava rodada do Campeonato Carioca. Na partida, o Rubro-Negro contou com a novidade de Igor Jesus na equipe titular. O joia da base, inclusive, recebeu elogios dos torcedores, que chegaram a comparar o jogador de 20 anos com Thiago Maia.

Por meio das redes sociais, um rubro-negro escreveu: “Igor Jesus em 12 minutos já mostrou que é, no mínimo, 10 vezes melhor que o Thiago Maia”. Outro torcedor completou: “Se o Igor Jesus não é melhor que o Thiago Maia eu não sei mais o que é futebol”.

VEJA AS REAÇÕES:

CHANCE DE IGOR JESUS

Em negociação com o Internacional, Thiago Maia não foi relacionado para o jogo contra o Bangu. Além disso, Tite não pôde contar com outros dois volantes. Isso porque, Erick Pulgar cumpriu suspensão após receber o terceiro cartão amarelo e Allan passa por reequilíbrio muscular, afastado das partidas por 12 dias. Dessa forma, Igor Jesus ganhou a primeira oportunidade na equipe titular do treinador.

VITÓRIA DO FLAMENGO

Com o destaque de Igor Jesus, o Flamengo venceu o Bangu na Arena Batistão, em Aracaju, e assumiu a liderança do Campeonato Carioca. Isso porque, apesar de empatar com o Fluminense em 18 pontos, o Rubro-Negro ultrapassou o time tricolor no saldo de gols.

Além disso, o Flamengo segue invicto no Campeonato Carioca. Ou seja, o Rubro-Negro venceu cinco partidas (Audax-RJ, Sampaio Corrêa-RJ, Botafogo, Volta Redonda e Bangu) e empatou três (Nova Iguaçu, Portuguesa-RJ e Vasco). Por fim, o Mais Querido marcou 14 gols, enquanto teve a defesa vazada em apenas uma ocasião.

PRÓXIMO COMPROMISSO

Com Igor Jesus à disposição, o Flamengo volta a campo às 21h30 (horário de Brasília) da próxima terça-feira (20). Dessa forma, o Rubro-Negro enfrenta o Boavista no gramado do Maracanã, pela nona rodada do Campeonato Carioca.

Portanto, como manda a tradição, o Coluna do Fla transmite o embate, ao vivo, no YouTube. Vale lembrar que a transmissão mais rubro-negra e pé-quente da internet conta com a narração ‘braba’ de Rafa Penido e os comentários de Tulio Rodrigues. Por fim, a Band (canal aberto), a Bandsports (TV fechada) e o GOAT (streaming) também exibem o duelo.

Ver comentários

  • Jogo vertical para frente ou pro lado...nada de bola para trás....apenas recuando como o outro que já se foi....TM

    Jogador nos dará alegrias. Treinador dando chances às crias do Ninho.
    Nada de VP e Sampalouco!

  • Que seja trabalhado e ganhe mais chances, para, daqui a pouco, quem sabe, disputar a titularidade.

    Só não sei se ele é substituto apenas para o Pulgar. Será que não pode ser testado também no lugar do Gerson? Não sei. Mas acho que o Tite, já que está fazendo testes, deveria tentar. Com toda sinceridade, continuo achando que o Gerson está muito abaixo. Ou o Gerson realmente não sabe marcar, ou está mal (um jogador com o porte físico do Gerson, a idade e a função que ele exerce, não ter combatividade, é, no mínimo, estranho). Sem contar os equívocos cometidos no apoio ao ataque.

    Enfim, tirando os garotos, acho que o time ainda tem que melhorar muito. Tem que ter mais pegada (não apenas cercar o adversári, mas chegar junto, dividir bolas), e mais rapidez e precisão ao pensar as jogadas.

    Quanto aos testes do treinador, acho excelente. Esse é o momento para isso. Agora, os jogadores têm que corresponder, ajudar a dar certo.

  • Estava vendo esses dias uma entrevista com Dunga, Capitão do Tetra, onde ele fazia uma análise sobre o "jogar pra trás". Ele dizia, até um tanto revoltado, que nem ele, Mauro Silva ou Mazinho (o meio campo do Tetra em 1994, mais o Zinho) "jamais recuamos uma bola pro Taffarel". Dividiu o campo em 3 zonas: "Risco", "meio-risco" e "vai-te embora"...rs. Na "zona de risco" (zaga, defesa) era impensável permanecer com a bola ali muito tempo. Perguntava: "Onde estão, num time, os jogadores de maior habilidade?", e ele mesmo respondia: "Do meio para a frente". Então a bola deveria sair rapidamente da "zona de risco" para a "zona de meio-risco" (meio-campo) e dali para a "vai-te embora" (ataque). Nunca ficar muito tempo numa zona do campo em que os jogadores menos habilidosos do time fiquem em contato direto com os mais habilidosos do time adversário. E a razão pela qual ele atribui esse toquinho-pra-trás e toquinho-pro-goleiro que infesta o futebol brasileiro atual é que os treinadores (a começar pelos da base) não querem mais que o jogador brasileiro drible o adversário. O tal "jogo posicional", ficar trocando passes durante horas até que "surja o espaço", em vez de, com um drible, "criar o espaço".
    "Eles vem aqui buscar o jogador brasileiro porque ele dribla, e nós não estamos mais driblando, os treinadores não permitem. Estamos perdendo a nossa essência, e não conseguimos a organização e a disciplina tática do europeu. Não ganhamos mais nada". Ele está errado?rs. Pelo menos para mim, chego a fechar o olho quando os nossos zagueiros começam a trocar figurinhas com o goleiro. Quando Matheus Cunha jogava, mais parecendo um segundo volante do que um goleiro, chegava a me dar dor de cabeça..

    Porém, ontem vimos um moleque de 20 anos, Igor Jesus, a toda hora driblar jogadores no meio, quebrar as linhas, criar espaços e acionar os companheiros de frente com passes verticais precisos. Chegou até a chutar em gol. Ainda dá muitos passes pra trás, mas tem o elã da verticalidade, da objetividade, da bola pra frente. É um bom sinal. Se for bem trabalhado, vai ter vaga no time quando começarem os desfalques. Gratíssima surpresa.

  • Estava vendo esses dias uma entrevista com Dunga, Capitão do Tetra, onde ele fazia uma análise sobre o "jogar pra trás". Ele dizia, até um tanto revoltado, que nem ele, Mauro Silva ou Mazinho (o meio campo do Tetra em 1994, mais o Zinho) "jamais recuamos uma bola pro Taffarel". Dividiu o campo em 3 zonas: "Risco", "meio-risco" e "vai-te embora"...rs. Na "zona de risco" (zaga, defesa) era impensável permanecer com a bola ali muito tempo. Perguntava: "Onde estão, num time, os jogadores de maior habilidade?", e ele mesmo respondia: "Do meio para a frente". Então a bola deveria sair rapidamente da "zona de risco" para a "zona de meio-risco" (meio-campo) e dali para a "vai-te embora" (ataque). Nunca ficar muito tempo numa zona do campo em que os jogadores menos habilidosos do time fiquem em contato direto com os mais habilidosos do time adversário. E a razão pela qual ele atribui esse toquinho-pra-trás e toquinho-pro-goleiro que infesta o futebol brasileiro atual é que os treinadores (a começar pelos da base) não querem mais que o jogador brasileiro drible o adversário. O tal "jogo posicional", ficar trocando passes durante horas até que "surja o espaço", em vez de, com um drible, "criar o espaço".
    "Eles vem aqui buscar o jogador brasileiro porque ele dribla, e nós não estamos mais driblando, os treinadores não permitem. Estamos perdendo a nossa essência, e não conseguimos a organização e a disciplina tática do europeu. Não ganhamos mais nada". Ele está errado?rs. Pelo menos para mim, chego a fechar o olho quando os nossos zagueiros começam a trocar figurinhas com o goleiro. Quando Matheus Cunha jogava, mais parecendo um segundo volante do que um goleiro, chegava a me dar dor de cabeça..

    Porém, ontem vimos um moleque de 20 anos, Igor Jesus, a toda hora driblar jogadores no meio, quebrar as linhas, criar espaços e acionar os companheiros de frente com passes verticais precisos. Chegou até a chutar em gol. Ainda dá muitos passes pra trás, mas tem o elã da verticalidade, da objetividade, da bola pra frente. É um bom sinal. Se for bem trabalhado, vai ter vaga no time quando começarem os desfalques. Gratíssima surpresa.

  • Há 2 anos este rapaz sempre que entrou, jogou bem. Nessas horas a gente vê como o treinador fica na merda e não tem culpa pelo que acontece. A DIRETORIA TROUXE O VIDAL E O ALLAN!! Os treinadores eram obrigados a por estas malas pra jogar e não dar oportunidade ao jovem talento. Tite é cobra criada, não se rende a vaidades e deu oportunidade. No começo estava nervoso, recuou bolas, se atrapalhou nos dribles mas foi pegando confiança e firmeza. Se ele é melhor que TM, então é bilhões de vezes melhor que Allan.

  • Acho que tava na hora de testar esse meio com uma alteração, tirar o gerson e entrar o igor jesus, ao lado de pulgar dariam mais firmeza pra defesa e liberariam arrascaeta e de la cruz para se dedicar mais ao ataque do que a marcação.

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