Varela vê presenças de Arrrascaeta e De La Cruz como fundamentais para evolução no Fla: “Confiança”

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Varela revelou que sabe os movimentos de Arrascaeta e De La Cruz dentro de campo


Titular absoluto no time de Tite, Guillermo Varela tem recebido sequência pela primeira vez desde a chegada ao Flamengo. Além a confiança dada pelo treinador, outro motivo tem ajudado na evolução do lateral: as presenças dos conterrâneos Arrascaeta e De La Cruz. O camisa 2 revelou que conhece os movimentos dos compatriotas, que acabam ajudando no desempenho dentro de campo.

Dá mais confiança porque já conheço como eles se movimentam. Na hora de fazer algo, se sabe que Nico ou Arrasca vão estar ali dentro. Numa saída de bola com pressão, sabe-se que eles vão estar aí. Fica muito mais fácil. Muito mais fácil já os conhecendo e como jogam e se movimentam. Falamos antes dos jogos sobre movimentações com os dois, tanto faz (se Arrascaeta ou De la Cruz). Quando eles pegam a bola por dentro, eu já vou para o corredor, e a decisão é com eles — disse Varela, para a ‘FlaTV’.

PRIMEIRA VEZ NA HISTÓRIA

Além de Varela, Arrascaeta e De La Cruz, o Flamengo tem mais um uruguaio no elenco, o lateral Matias Viña. O quarteto esteve junto em campo, por alguns minutos, no segundo tempo do jogo contra o Boavista, quando o Mengão venceu por 4 a 0, na terça-feira (20). A situação foi inédita na história do Rubro-Negro, afinal, pela primeira vez, quatro atletas do país vizinho estiveram em campo com o Manto Sagrado.

Os meias e Varela iniciaram como titulares, mas Viña entrou aos 30’ do segundo tempo. Porém, os quatro uruguaios só ficaram juntos por sete minutos. Afinal, o lateral direito foi substituído por Wesley, aos 37’. Dessa forma, o recém-contratado precisa lutar pelo espaço entre os 11 iniciais com Ayrton Lucas para que o quarteto uruguaio volte a ser visto dentro de campo.

FLAMENGO X FLUMINENSE

Com Varela no provável time titular, o Flamengo encara o Fluminense pela décima e penúltima rodada da fase de classificação do Campeonato Carioca. A bola rola, no Maracanã, a partir das 16h (horário de Brasília) do domingo (25). Se tem Mengão em campo, logo, há transmissão do Coluna do Fla, ao vivo, no YouTube.

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  • Uma correção e um pedido de desculpa quanto à introdução da minha msg anterior. Achei que se tratava da matéria sobre as SAFs.

    Com relação ao Allan, reafirmo o que disse. Entendo, até que se prove o contrário, que foi um péssimo negócio.

    Isso não significa, de maneira nenhuma, que eu apoie esses “movimentos” irracionais de “fora todo mundo”. Ao contrário. O Flamengo já contratou, e pagou uma fortuna. Tem que valorizar o jogador, e não fazer como fizeram com o Thiago Maia, pensando, inclusive, em uma venda futura.

    Por fim, que fique claro que valorizar não pode significar comprometer a qualidade técnica do time. Não podem querer forçar a barra para escalar o cara pq foi caro, tem nome etc. Isso é uma grande burrice, pois prejudica o time e, consequentemente, a própria arrecadação.

  • Renan,
    Está falando de mim ou do Presidente do São Paulo? Não entendi.

    Acho que meu texto foi muito claro. O fato de ser contra (em regra, ainda mais por essas terras) SAF não me impede de achar a atual gestão do Flamengo péssima. E já expliquei o pq diversas vezes.

    Quanto ao Allan, até que se prove o contrário (e, quanto mais o tempo passa e o cara não consegue sequer ter sequência, mais se confirma esse entendimento), continuo achando que foi um péssimo negócio. Quando ele foi contratado o Flamengo possuía uma necessidade de reposição imediata, não a longo prazo. Além disso, muitos falaram (alertaram) sobre o histórico de lesões dele.

    Agora, vc, Renan, tem uma necessidade enorme de defender a atual Diretoria. O que posso dizer é que eu vou criticar sempre que entender que devo, pois não possuo nenhum “compromisso” com ng (seja da atual gestão ou de qualquer outra que venha a assumir o Clube). Meu interesse é o Flamengo, e só.

  • Ótimo discurso, concordo em tudo. Queria que mantivesse a mesma ideia a respeito do Allan.

  • O Varela é um bom exemplo do que sempre falamos sobre saber valorizar nossos jogadores.

    O grande problema de parte da torcida é querer detonar o próprio jogador, quando o mesmo não está bem. Sabemos o quanto é difícil ter paciência quando as coisas não vão bem, principalmente quando o mal momento se arrasta por muito tempo. Mas sair detonando meio time e dizendo para “doar”, “vender por qualquer preço” etc, é jogar contra. Lógico que corpo mole e falta de comprometimento são inaceitáveis.

    Vou dar outro exemplo: não estou gostando do futebol do Gerson, desde a temporada passada. Acho que ele precisa ir para o banco neste momento. Isso não significa que eu ache que ele não presta e que o Flamengo tem que se desfazer dele de qualquer forma.