Flávio Willeman tomou posse como vice-presidente do Flamengo ao lado de Luiz Eduardo Baptista
Na última quarta-feira (18), Luiz Eduardo Baptista tomou posse como presidente do Flamengo. Além disso, Flávio Willeman se tornou, oficialmente, vice do Fla. Dessa forma, na cerimônia, o dirigente de Bap fez um discurso no qual agradeceu ao mandatário.
— Qualquer presidente que senta na cadeira merece todo respeito, e gostaria de saudar todos na pessoa do Landim, gestão muito vitoriosa nos seus seis anos de mandato. Começo agradecendo ao Bap por ter possibilitado a mim fazer parte de uma chapa que projetou um Flamengo 100% profissional nos próximos três anos, continuando a fazer desse clube potência do esporte mundial -, disse, antes de completar:
— Queria falar rapidamente de um sonho. Eu sou do interior do Rio, Santo Eduardo, distrito de Campos. Lá cresci com o sonho de jogar no Flamengo. Vinha do meu avô, pai, primos, no rádio ouvíamos Zico, Raul… Nem nos melhores sonhos poderia imaginar tomar posse na presença de dois dos maiores ídolos do Flamengo. Sei que essa posição é de extrema dificuldade e responsabilidade -, prosseguiu, antes de finalizar:
— Mais do que posição de destaque, é de responsabilidade com 45 milhões de torcedores. Essa responsabilidade a partir de agora é nossa, e vamos desempenhar com todo carinho pelo nosso clube do coração. Desejo a você, Bap, toda sorte e sucesso. Pode contar comigo e minha lealdade nos próximos três anos -, concluiu.
QUEM É FLÁVIO WILEMAN?
Em resumo, reconhecido por sua discrição, Willeman foi vice-presidente jurídico durante os dois mandatos de Eduardo Bandeira de Mello (2013-2018). Dessa forma, durante a gestão, o Flamengo enfrentava mais de 500 ações trabalhistas, número que foi reduzido para apenas 52 quando ele deixou o cargo.
Por fim, Flávio Willeman também foi fundamental na reestruturação do departamento jurídico do Flamengo. Isso porque, o profissional trabalhou em questões cíveis e tributárias, ajudando a resolver uma série de passivos financeiros que assolavam o clube à época.




























O CR Flamengo parece estar em boas mãos. Pessoas qualificadas para as suas funções e que amam o clube.
A proposta deste novo grupo gestor é alinhada ao que há de mais moderno no mundo do futebol.
Infelizmente, há um aceno de pouca disponibilidade de verba para acertos importantes da equipe (centroavante, lateral esquerdo, reposições para possíveis saídas (Wesley, Léo Pereira, David Luiz, Fabrício Bruno, Pulgar, Allan e Évertton)).
Penso que o período das eleições do Mengão não é favorável ao clube, pois acontece num final de temporada e, quando há troca de posição por oposição, as pendências e a verba disponível não são plenamente conhecidas. Daí, o Flamengo acaba indo ao mercado mais tardiamente do que os demais clubes e perde oportunidades.
Vejam que o Fluminense já contratou um jogador fundamental na campanha do Fortaleza (Hércules), que talvez tenha sido o melhor do clube, em 2024, para compor um meio de campo que tem tudo para ser um dos melhores, em 2025. A magia e experiência do “velho” Ganso, ao lado de Arias, Martinelli (sonho de Filipe Luís), Lima e agora, Hércules, vão dar um upgrade geométrico à equipe.
O Braithwaite, jogador europeu experiente, já havia ressaltado a qualidade do Fluminense. Agora, com um meio de campo destes, com experiência aliada à consagrada qualidade e jovialidade de excelentes crias de Xerém, sob o comando em campo de Thiago Silva, tem tudo para ser uma equipe muito competitiva.
Enquanto isso, o Mengão ficou com os cofres vazios com a compra de Alcaráz (120 milhões de reais) e não pode contratar o Hércules, cujo passe foi no valor de 29 milhões, ou seja, 14 milhões a menos de que custou Allan ao Mengão.