José Luiz Runco, novo chefe do Departamento Médico, tentou promover duas alterações no Flamengo
Presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista segue formando a diretoria rubro-negra que ficará à frente do Mengo no triênio 2025-2027. Um dos setores mais alterados pelo mandatário, até o momento, foi o Departamento Médico (DM) do Fla. Porém, a demissão em massa e a nomeação de José Luiz Runco como chefe do DM desagradaram parte do clube.
Isso porque, alguns membros da diretoria de Bap não gostaram da contratação de José Luiz Runco, visto que o profissional não trabalha em um clube de futebol há quase dez anos. Além disso, uma ala do Flamengo entende que a troca de metodologia no DM pode causar problemas no início da gestão. A informação é do ‘GE’.
RUNCO TENTOU PROMOVER DUAS MUDANÇAS
Runco também tentou promover duas mudanças no clube que agitaram os bastidores do Flamengo. Primeiramente, o dirigente decidiu não ter mais nutricionistas de performance nas viagens da delegação rubro-negra. Porém, Silvia Ferreira, profissional indicada pelo próprio diretor, trabalha para reverter a decisão.
Além disso, a segunda mudança que Runco sugeriu foi a retirada do futmesa que fica na academia do CT do Flamengo. Novamente, a tentativa de alteração causou atrito interno e não foi autorizada por José Boto. Isso porque, segundo o português, tal decisão não tem relação com o DM e deveria ser aprovada pelo diretor de futebol e pelo técnico Filipe Luís.
DEMISSÃO EM MASSA
Outro motivo que gerou um clima de desconforto no Ninho do Urubu foi a demissão em massa no Departamento Médico do Flamengo. Na última terça-feira (07), o Mais Querido desligou cerca de 40 funcionários, entre fisiologistas, fisioterapeutas, médicos e nutricionista. Além disso, Bap nomeou Fernando Sassaki como novo diretor do DM de futebol do Fla, ocupando a vaga de Mário Tannure.




























Chegou metendo os pés pelas mãos. Todos queriam uma mudança no futebol do Flamengo, principalmente as saídas do Marcos Braz, do Spindel e do Landim. BAP não era a melhor opção, o qual ficou em último na disputa eleitoral, mas merece um chance de tentar fazer um bom trabalho. Porém chegar com essa metodologia e jogar o trabalho de anos fora é irresponsabilidade. Deveria sim, colocar suas idéias, aproveitar o que havia de bom, melhorar o que fosse preciso e depois substituir o que não estaria dando certo. Falam em profissionalismo, mas nem amadores fazem uma coisa dessas. Com o ano em andamento, tantas competições a serem disputadas, pouco tempo e pouco dinheiro em caixa, não se começa nada do zero… Famoso tiro no pé… Quem aplaude são os antis e os depostos…