
Foto: Divulgação/Racing
O Flamengo sofreu um revés judicial no processo contra Paolo Guerrero. O clube buscava a devolução dos valores pagos ao jogador referentes aos direitos de imagem durante o período em que o atleta esteve suspenso por doping. No entanto, a Justiça negou o pedido e deu ganho de causa ao atacante peruano.
A decisão foi tomada por um desembargador responsável pelo caso, que entendeu que o jogador não deve restituir os valores recebidos. Dessa forma, o Mengão havia desembolsado cerca de R$ 1,8 milhão nesse período. Agora, além de não recuperar o montante, o clube precisará arcar com honorários advocatícios equivalentes a 15% do valor da ação. A informação foi divulgada pelo jornalista Venê Casagrande.
Em 2018, Paolo Guerrero foi suspenso por seis meses após testar positivo para Benzoilecgonina, um metabólito da cocaína. Posteriormente, após cumprir a punição, o atacante disputou sete partidas pelo Mais Querido antes de se transferir para o Internacional. Assim, o clube carioca encerrou o vínculo com o jogador no fim daquele ano.
Contratado em 2015, Guerrero chegou ao Flamengo após passagem vitoriosa pelo Corinthians. Além disso, o atacante permaneceu no time carioca por quatro temporadas e se destacou em diversas competições. Durante esse período, conquistou o título do Campeonato Carioca de 2017.
Enquanto lida com a decisão judicial, o Mengão segue a preparação para o início do Campeonato Brasileiro. No sábado (29), a equipe enfrenta o Internacional, às 21h, no Maracanã. Por fim, o confronto marca a estreia do time na competição nacional e o início da busca pelo título.
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Isso é uma decisão injusta e absurda. O jogador tomou o chá de coca, mesmo que por ignorância, por conta própria, teve a imagem afetada, ficou 6 meses suspenso, sem produzir nada nem tecnicamente e nem como uso da imagem, cagada naquele momento, aí o juiz entende que o jogador deve ficar com toda a grana paga por uma imagem arranhada e não utilizável. Absurdo total.
Achei que era só dentro de campo, apitando os jogos que os juizes cometiam erros de lógica.