Filipe Luís descartou qualquer comparação com Jorge Jesus
“Estou aqui para fazer do meu jeito, da minha história, com esse DNA do Flamengo que eu aprendi e que eu conheço desde pequeno”. Assim, Filipe Luís resumiu tudo o que sabe do Rubro-Negro. E o treinador coloca em prática no comando da equipe, exigindo raça e amassando os adversários. Nesta quarta-feira (20), o Mengão eliminou o Internacional no Beira-Rio, por 2 a 0, e chegou às quartas da Libertadores. Está pintando um novo Jorge Jesus? ‘Filipinho’ não quer nem saber da comparação.
— Bom, primeiro que eu não posso nunca comparar times passados ao meu time, são jogadores totalmente diferentes. Não posso nunca, jamais me colocar à altura do treinador que estava naquele momento, que era o Jorge Jesus. Se não é o melhor da história, é um dos melhores que passaram aqui no Flamengo. Nunca parecerei, nunca vou fazer algo parecido com o que ele fez. Vou fazer a minha história, o que eu estou aqui para fazer do meu jeito, da minha história, mas sim com esse DNA do Flamengo que eu aprendi e que eu conheço desde pequeno —, disse Filipe Luís.
— E que é tentar fazer isso, amassar o adversário o máximo tempo possível. Já falei várias vezes, muitas vezes não conseguiremos, muitas vezes jogaremos mal, muitas vezes até jogaremos bem e vamos perder jogos, vamos jogar mal e ganhar. Assim é o futebol, mas a proposta, o modelo de jogo é tentar sempre propor jogos, estar jogando com a bola no chão —, acrescentou o técnico do Flamengo.
FLAMENGO VENCEU COM NOTA ARTÍSTICA?
Nos tempos de Jorge Jesus, o treinador costumava dizer que gostava de vencer “com nota artística”. Ou seja, dando um show nos adversários. Se o Flamengo não amassou o Internacional, pelo menos não deixou o adversário criar. Aliás, muito longe disso. Agustín Rossi não fez uma defesa, e os gaúchos assustaram apenas nos instantes finais, com uma bola na trave de Borré.
Quem balançou as redes foi o Flamengo! Com Arrascaeta e Pedro, o Mais Querido fez 2 a 0 e agora encara o Estudiantes (ARG), pelas quartas de final da Libertadores. As partidas acontecem nas duas últimas semanas de setembro, com ida no Rio de Janeiro e volta fora de casa.



























