Flamengo e Fluminense negociam naming rights do Maracanã, mas projeto quer barrar mudança do nome do estádio
Flamengo e Fluminense, que gerem o Maracanã, esperam receber R$ 55 milhões com a venda do naming rights do estádio. Porém, um projeto de lei na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro visa atrapalhar as negociações. A ideia é a proibição da alteração do nome do estádio mais importante do mundo.
O projeto de lei é do deputado Alexandre Knoploch (PL-RJ). A explicação acontece com dois artigos: “Fica vedada qualquer alteração do nome oficial do Estádio Jornalista Mário Filho – Maracanã, preservando-se sua denominação histórica como patrimônio cultural do Estado do Rio de Janeiro”, diz o primeiro.
“A vedação prevista no artigo anterior aplica-se a quaisquer atos administrativos, contratos, concessões, permissões, parcerias público-privadas ou outros instrumentos que tenham por finalidade alterar, total ou parcialmente, o nome oficial do Estádio, inclusive aqueles relacionados à exploração comercial de naming rights”, destaca o segundo ponto.
O QUE UM PROJETO PRECISA FAZER PARA VIRAR LEI?
Para a aprovação do projeto de lei, o caminho ainda é longo. Os artigos serão julgados por quatro comissões da Assembleia: Constituição e Justiça; Esporte e Lazer; Cultura e Assuntos Municipais e de Desenvolvimento Regional. Além disso, o Governador Cláudio Castro ainda precisa sancionar.
JÁ HAVIA NEGOCIAÇÕES EM ANDAMENTO PARA A MUDANÇA DE NOME?
As negociações pela venda do naming rights do Maracanã estavam em fase inicial, e Flamengo e Fluminense pediram autorização do Governo do Estado para seguir. O órgão, inclusive, havia dado sinal verde informalmente, de acordo com o portal GE.
Dos valores, o Flamengo ficaria com 65%, e o Fluminense com os outros 35%, como determina o contrato dos clubes para a gestão do Maracanã. Portanto, resta aos clubes, agora, torcerem para que o projeto não saia do papel para que as negociações sejam retomadas.
































Sou Flamengo e mesmo assim absolutamente contra qualquer alteração do nome do Estádio Mário Filho. Trata-se de um patrimônio histórico não apenas do estado do Rio de Janeiro, mas também do Brasil e do mundo. Já basta a violência que sofreu pela mudança em sua arrtquitetura interior – um absurdo somente explicado por interesses contrários à preservação do patrimônio histórico nacional.
Desde o inicio eu sabia que seria impossível este Naming Rights sair em um estádio CONSTRUÍDO E REFORMADO COM DINHEIRO DO PÚBLICO, mas muitos citavam o exemplo do Bahia ter conseguido na Nova Arena Fonte Nova, a diferença é que apenas o Bahia joga lá desde sempre. Enquanto o Maracanã foi construído PARA ATENDER A TODOS e inclusive HOJE a torcida do Vasco estará lá com mais de 70 mil.
Como que vc vai botar um nome em algo que não é seu? simples, constrói um estádio, inclusive tem dinheiro pra construir o maior e melhor estádio do mundo, e põe o nome que quiser.