Mauricio Pellegrino, técnico do Lanús (ARG), concedeu entrevista coletiva após título no Maracanã
O Flamengo de Filipe Luís tem uma característica bem peculiar: ter mais posse de bola do que os adversários. Porém, isso não significa dominar a partida, como destacou o técnico do Lanús (ARG), Mauricio Pellegrino. Os argentinos pouco tiveram a ‘pelota’, mas venceram a Recopa por 3 a 2 dentro do Maracanã.
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— (O Flamengo) não tem pontos deficientes, soubemos jogar com a necessidade do rival. Em Buenos Aires, vimos uma partida diferente, onde fizemos algo com uma equipe que joga muito por dentro, rouba a bola no campo contrário. Nos permitiu fazer algumas jogadas mais do que hoje —, disse o treinador, em resposta à pergunta do Coluna do Fla.
— Eles são uma equipe que tem mais a bola do que a adversário, jogam muito bem com a bola, te desgasta muito. Mas uma coisa que creio é: ter a bola muitas vezes não significa que domina a partida. Nesse aspecto, aguentamos bem. Temos uma equipe que ataca rápido e enfrentamos um time que defende com linha alta —, acrescentou.
O FLAMENGO TEVE MAIS POSSE DO QUE O LANÚS?
Nas duas partidas, o Flamengo ‘goleou’ o Lanús na posse de bola. Na ida, em Buenos Aires, o time de Filipe Luís teve 65%. Já no Maracanã, o Rubro-Negro foi além, com 77%. Mas futebol é bola na rede, e os argentinos marcaram mais vezes nas duas partidas: 1 a 0 e 3 a 2.
Na outra decisão do Flamengo na temporada, na Supercopa, cenário parecido. O time conseguiu 58% de posse de bola, mas o Corinthians balançou a rede duas vezes e ficou com a taça em Brasília. Outro exemplo: na estreia do Brasileirão, o time de Filipe Luís obteve 59%, mas o São Paulo fez 2 a 1.
COMO SERÁ DAQUI PARA FRENTE?
Sem os títulos da Recopa e da Supercopa, o Flamengo tentará se recuperar no Campeonato Carioca. Nesta segunda-feira (02), a equipe enfrenta o Madureira, pela volta da semifinal. Como venceu na ida por 3 a 0, só uma zebra tira o Rubro-Negro da decisão com Fluminense ou Vasco.

Divirjo totalmente da fala do técnico do Lanús. O time foi dominado do início ao fim. O propósito era “fechar a casinha” e se puder, sair no contra-ataque, algo que fizeram muito bem.
Como o Flamengo não costuma sair com rapidez para o ataque, o jogo fica previsível.
O Rossi retém a bola e demora a coloca-la em jogo.
É preciso trabalhar isso. Numa dessas saídas rápidas, o adversário é surpreendido e quem sabe, levar um gol.
Mande esse gringo falastrão aí dizer também que ganhou dois gols sem fazer esforço dessa defesa mediocre do Flamengo.
Também discordo da fala dele. Futebol é bacana qdo dá certo, ficaram atrás, confiaram no erro e deu certo. Flamengo não jogou pra vencer bem, mas perder pra um time limitado,
Agora ele sabe tudo de futebol, claro que não. Flamengo não se impôs pra vencer bem, ficou no limite. E limite no futebol, sabemos como é