
Fotos: Adriano Fontes/ Flamengo
Acabou a passagem de Filipe Luís como técnico do Flamengo. Uma das maiores apoiadoras do trabalho, Patricia Bruno, esposa do treinador, desabafou nas redes sociais. A espanhola não escondeu a mágoa com a demissão e revelou o sentimento da família com a notícia.
“Mágoa… Sentimento profundo e silencioso. Dor emocional que fica guardada depois de uma decepção ou de uma atitude que feriu. Nasce do ressentimento, da tristeza ou da sensação de injustiça. Diferente da raiva, a mágoa é quieta, porém muito mais pesada”, iniciou Patrícia.
“Se instala no coração e permanece até ser compreendida, perdoada ou curada. Hoje eu estou magoada. Mas tenho certeza que todo o amor e carinho que eu recebi hoje vão me ajudar a compreender, perdoar e curar. Obrigada”, acrescentou, em post na rede social.
Além de Patrícia, Filipe Luís também se pronunciou nas redes sociais sobre a saída do Flamengo. O ídolo rubro-negro agradeceu pela oportunidade, destacou os cinco títulos conquistados e fez juras de amor ao clube do coração. O ex-lateral exerceu a função de comandante do time profissional do fim de 2024 até esta terça-feira (03).
Filipe Luís deixa o Flamengo após ganhar: Copa do Brasil, Supercopa, Campeonato Carioca, Brasileirão e Libertadores. A tendência é que o treinador, Patricia e os filhos tenham alguns dias de descanso e até visitem a Espanha, casa da esposa do ídolo rubro-negro.
Apesar de ter dado adeus ao Flamengo, Filipe Luís pode ganhar mais uma taça no clube. Afinal, o comandante esteve em praticamente toda a campanha do Campeonato Carioca. Assim sendo, a decisão estadual acontece neste domingo (08), no Maracanã, contra o Fluminense, a partir das 18h (horário de Brasília).
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Parabéns ao idiota que demitiu o melhor técnico que o Flamengo poderia ter no momento para contratar o "Waldemar".
Parabéns aos idiotas que vaiaram e xingaram um ídolo.
Venerem o BAP agora.
Você está certíssimo
Quem demite treinador não é dirigente são os jogadores, ponto. Começam a trotar em campo começam a jogar muito abaixo do que podem e derrubam o treinador. Rossi por exemplo falhou nos quatro gols que levou dos seus conterrrâneos do Lanus.
A decisão do presidente do Clube de Regatas do Flamengo de demitir Filipe Luís expõe, mais uma vez, a falta de planejamento e de respeito com a própria história do clube. Não se trata apenas de uma troca de comando técnico — algo comum no futebol brasileiro —, mas da forma como tudo foi conduzido. Filipe Luís não é um nome qualquer: é um profissional identificado com o Flamengo, campeão, líder dentro e fora de campo, alguém que construiu uma relação de respeito com a torcida e com a instituição.
Quando um ídolo é tratado como descartável diante das primeiras turbulências, a mensagem que se passa é clara: o imediatismo vale mais do que projeto, convicção e gratidão. O Flamengo, um dos maiores clubes do continente, precisa agir com grandeza também fora das quatro linhas. A demissão, da maneira como ocorreu, parece mais uma resposta à pressão externa do que uma decisão baseada em critérios sólidos e planejamento esportivo.
Além disso, chama atenção o comportamento de parte da torcida atual. Vaiar um time campeão e um treinador campeão revela uma cultura cada vez mais impaciente e imediatista. O torcedor tem todo o direito de cobrar desempenho — afinal, paixão não exclui senso crítico —, mas existe uma linha tênue entre cobrança e ingratidão. Quando se vaia quem ajudou a construir momentos históricos, corre-se o risco de banalizar conquistas e desvalorizar a própria identidade do clube.
O futebol é feito de ciclos, de altos e baixos. Nem sempre o desempenho será brilhante, nem todos os jogos serão perfeitos. Mas a memória e o reconhecimento deveriam pesar na balança. Ídolos não são apenas aqueles que levantam taças; são também os que representam comprometimento, profissionalismo e amor à camisa.
Criticar faz parte. Cobrar é legítimo. Mas esquecer rapidamente quem construiu capítulos vitoriosos da história rubro-negra é um sintoma preocupante. O Flamengo sempre foi gigante por sua torcida apaixonada — porém, paixão sem memória se transforma em impaciência, e impaciência constante pode minar justamente aquilo que se quer proteger: a grandeza do clube.
Renato Joel
Concordo plenamente. Não fazem 3 meses que estávamos comemorando o título da libertadores em cima do maior rival, e disputando com honra contra o melhor time do mundo da época, o PSG. Aí hoje alguns palhaços falam como se o cara não soubesse nada de futebol O Flamengo está claramente fora de forma, não teve tempo de fazer pré-temporada (de novo o imediatismo do carioquinha), e agora perdeu seu grande treinador desde JJ.
Diretoria do flamengo errou feio demitindo Felipe Luiz
Já foi tarde, flamengo não é um laboratório , é só manter os jogadores onde jogam melhor . Simples assim .
Como assim não é laboratório??? O Flamengo "experimentou" 11 treinadores no período em que o Abel está no Palmeiras. Sendo que foi a fase mais vitoriosa da história dos dois clubes, com a diferença que o Palmeiras "perdeu" muito mais títulos do que o Flamengo, e mesmo assim eles mantém a base, a consistência. O Flamengo é sim um laboratório, e torcedores como você é o que causam isso. Só para você saber, o Felipe Luis, nesse pouco tempo, já é o treinador com mais títulos na história do Mengão! Só quem ganha com a saída dele são os adversários e a imprensa, que volta a ter assunto.