Leonardo Jardim concedeu coletiva de imprensa após Bahia 0x3 Flamengo
O Flamengo segue na liderança do Brasileirão após a vitória por 3 a 0 sobre o Bahia. Mais uma vez, Joaquín Freitas entrou no segundo tempo, já Valencia não saiu do banco de reservas. Questionado sobre os jovens, o técnico Leonardo Jardim explicou as situações de ambos.
— (Freitas) com certeza pode ser importante. Já está sendo. Pela dinâmica, pela intensidade que imprime. Dá uma dinâmica e uma agressividade muito grande no meio-campo ofensivo. Tem aproveitado a ausência do Arrascaeta bem. O Valencia tem tido mais dificuldade porque pela direita tem o Carrascal, Plata e estamos a poucos jogos do fim e não podemos fazer muitas experiências. Mas são dois jovens que podem jogar e vão dar muitos frutos ao torcedor do Flamengo —, disse, portanto, Jardim.
CAMISA 10
Neste domingo (18), o Flamengo não teve Arrascaeta, lesionado, e Lucas Paquetá começou no banco de reservas. Desse modo, Leonardo Jardim revezou Carrascal e Samuel Lino na armação da equipe. Então, o treinador rubro-negro falou sobre o desafio de montar o time e as ideias para a posição.
— O Lino é mais dinâmico, preenche mais a área. O Carrascal talvez seja o melhor a buscar o jogo por dentro e conseguir arrancar. O Paquetá e o que preenche melhor os espaços e entra bem na área e finaliza. Tudo isto faz parte das nossas necessidades. E também precisamos entender que o momento dos jogadores é importante. É isso que eu pretendo —, acrescentou, em resumo, o técnico.
PAQUETÁ E CARRASCAL
Em resumo, Carrascal foi um dos destaques do Flamengo contra o Bahia, já Lucas Paquetá entrou no segundo tempo e marcou um golaço. A dupla fez Leonardo Jardim “abrir um sorriso” em Salvador. O treinador destacou como a dupla o fez feliz no duelo válido pelo Brasileirão.
— São soluções e dinâmicas que a equipe tem. O Carrascal tem feito uma boa campanha. Hoje, ele jogou por dentro. Botamos o Paquetá, e ele acabou por fazer um gol. Quando tudo corre bem, toda a gente fica com sorriso na cara e feliz —, pontuou.
OUTRAS FALAS DE LEONARDO JARDIM
PRESSÃO POR RESULTADOS
— Em um clube como o Flamengo, precisamos de vitórias. É um clube que está habituado a ganhar e jogar para vencer todos os jogos, independente do resultado dos adversários. Na primeira parte nos faltou eficácia. Poderia ter sido um resultado melhor se fôssemos para o intervalo com mais eficácia. Hoje, o Flamengo foi mandante nos dois tempos.
FINALIZAÇÕES E TROCAS NO TIME
— Os treinadores não treinam eficácia, treinam situações de gol, como chegar lá para criar situações. Depois os jogadores que vão executar no momento. Essa parte quero deixar claro que treinadores não treinam eficácia. Em relação ao jogo da Libertadores, não criamos as situações. Por mérito nosso, do adversário, como defendeu. Há estratégias e razões físicas. Quando tomo decisões de vai jogar esse, aquele… é uma equipe competitiva. Um jogador como Paquetá pode jogar no cansaço do Erick (Pulgar), poderia jogar no cansaço do Lino, do Carrascal, em várias posições. Entrou no jogo, fez um gol. Outros jogam hoje, jogam amanhã. Não vale jogar com jogadores cansados ou em 50%. Nós temos o elenco que temos e temos opções para todas as posições.
POLIVALÊNCIA
— Todo mundo sabe que nossos jogadores são importante e é bom que estejam disponíveis. Somos só 11, por isso ainda hoje o Alex não conseguia jogar e o Royal jogou e não sentimos dificuldades. Essa polivalência e essa capacidade de superar aqueles que não estão que fazem do Flamengo uma equipe forte. Por isso trato todos muito bem.
JORGINHO
— Todo mundo sabe que nossos jogadores são importantes e é bom que estejam disponíveis. Somos só 11, por isso ainda hoje o Alex não conseguia jogar e o Royal jogou e não sentimos dificuldades. Essa polivalência e essa capacidade de superar aqueles que não estão que fazem do Flamengo uma equipe forte. Por isso trato todos muito bem.
QUEM VOLTA NA LIBERTADORES?
— Gostaria de responder (quem tem condições), mas não sei. Vamos ver Ayrton, Arrascaeta… Evertton Araújo penso que não vai estar. Vinha com o grupo, mas não está outra vez. O Danilo está fora.
ROSSI
— Os erros só acontecem aos que estão em campo. Tivemos um passe errado, não queremos que aconteça. São processos inerentes ao que é nosso método de jogo, mas queremos ser mais eficazes nesse tipo de situação e errar menos. Nossa linha defensiva não sofreu gols e está de parabéns. O Bahia costuma marcar em casa e hoje saímos invictos no aspecto defensivo.
ERROS DO PRIMEIRO TEMPO
— É possível corrigir, mas da forma que jogamos vai acontecer sempre. Não são máquinas. Hoje, por exemplo, o passe do Lino para trás sem ver é mais uma decisão do que da estratégia. O outro também foi uma questão de decisão. Mas não quero que minha equipe deixe de jogar. Se começamos a dar chutão para frente, também vamos ter erros e vai descaracterizar o que são nossas ideias e o perfil dos jogadores. Não podemos querer imitar os outros. Vamos tentar falhar menos, mas quero que o time jogue.
