Quem tem cobra caro para liberar. Quem não tem, ou vai ao mercado ou tenta adaptar sua forma de jogar. A busca pelo camisa 10, pelo organizador de jogo capaz de chegar na área e finalizar não é nova. E não são poucos os clubes que buscam um jogador. No Flamengo, a expectativa é ter uma das opções contratadas para fazer a função em 2014 se firmar.
Em 2013, a missão cabia a Carlos Eduardo. Não funcionou. Em 2014, Elano começou como dono da posição. Não chegou a empolgar e, na terceira rodada da Libertadores, ele se lesionou. Mattheus foi usado em jogos do time reserva, teve alguns minutos na equipe principal e também não empolgou. Da Argentina, chegou Lucas Mugni. Ainda jovem, criava esperança, mas deixava no ar dúvidas sobre a possibilidade de se firmar de imediato. E oscilou. Contra o Palmeiras, teve seus melhores 45 minutos no clube e encheu a torcida de esperança.
— Estamos buscando desde o início do ano. Elano nem deu tempo de saber porque jogou muito pouco. Tentei o Mattheus, que é um menino, e precisamos ter cuidado. Já o Mugni agora entrou bem. É uma posição na qual, se tivermos mais opções, será bom. Se a diretoria puder trazer mais um jogador, dentro das possibilidades, ajudará — disse o técnico Jayme de Almeida.
Para ele, Mugni precisa aperfeiçoar o posicionamento e se firmar como meia.
— É jovem. Às vezes, quer ser centroavante, e isso não adianta nada. A gente vem falando com ele. Espero que cresça na posição — afirmou Jayme.
Fonte: O Globo

