Na tarde da próxima sexta-feira (11), representantes dos 20 clubes da série A se reunirão no Rio de Janeiro para o Conselho Técnico da competição.
A CBF, visando acabar com o rodízio de técnicos, irá propor que qualquer técnico não possa assumir um clube depois de ter completado sete jogos à frente de outro.
A medida poderia fazer com que os clubes trocassem os técnicos com menos intensidade e pudessem montar um planejamento adequado, além de dar tempo para o treinador trabalhar. Mesmo assim, a medida não deve ser aceita pelos clubes. Ontem, os clubes da série B já vetaram a ideia.
Fonte: Rádio Tupi

A proposta nestes termos ficaria estranha… Poderia ocorrer um festival de treinadores sendo demitidos depois de 6 jogos a frente, ou seja, a rotatividade seria maior ainda.
Poderia ser limitado o número de treinadores por temporada ou por campeonato, aí sim funcionaria.
A proposta deveria ser no sentido de que o clube não poderia trocar de técnico depois de um certo número de rodadas.
Acho que tem que limitar o numero de troca de treinador, tipo, o clube só pode trocar de técnico uma vez durante a competição. Isso sim limitaria a rotatividade, e faria os clubes pensarem mto antes de demitir, e principalmente contratar um treinador.
Nunca vi nada mais absurdo. Imaginem seu clube indo para o buraco por causa de um técnico incompetente, o que simplesmente não tem o time na mão. E você não poder fazer nada? Acho um grande risco para a integridade física dos técnicos, jogadores e dirigentes. Além de ser um ingerência sem tamanho dentro da casa alheia. Isso é surrealista. É contra a economia de mercado. Pensem se o Flamengo não tivesse podido demitir o Ney Franco no ano passado? Dez derrotas seguidas.
Concordo com o amigo Trobero que isso é um absurdo. Seria a CBF querendo mandar dentro do Flamengo ou de qualquer clube. Mas é sabido que todos os clubes tem jogadores que fazem panelinha para derrubar treinador e quando o mesmo saí, volta a jogar bem.
A solução é colocar os contratos dos jogadores e técnicos igual da Europa. Um salário fixo com teto baixo e premiação por passar de fase ou colocação final em campeonatos. Assim nunca teria corpo mole dos jogadores e teria técnico vestindo literalmente a camisa do clube.
Acho que isso obrigaria os clubes a pensar melhor no tecnico que irá contratar,gostei.