Com medo de possíveis protestos da torcida, o Flamengo teve reforço na segurança no desembarque da equipe no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, na tarde desta segunda-feira. Além de dois carros da Polícia Militar, dez agentes e dez seguranças da equipe ficaram a postos no saguão do local, mas só três rubro-negros foram receber a delegação.
Nenhum jogador do elenco parou para dar entrevistas à imprensa. Alguns atletas, como o atacante Marcelo Cirino e o goleiro Muralha, passaram pelo saguão com capuz dos casacos. O diretor de futebol Rodrigo Caetano também não quis comentar o momento do time e sobre a sua permanência.
– Já falei na semana passada – disse o dirigente, de forma sucinta.

A crise no Flamengo ganhou mais um capítulo com a derrota por 1 a 0 para o Grêmio, no domingo, na Arena, em Porto Alegre. A permanência do técnico Muricy Ramalho também é uma incógnita. O treinador viveu um susto na semana passada e segue afastado da equipe, mas ele ainda não sinalizou se irá seguir.
No entanto, há forte pressão em alas da diretoria para a troca. A possibilidade de um acordo não está descartada, o que seria decisivo para a redução da multa de R$ 8 milhões por uma eventual rescisão.

Além da questão pendente envolvendo seu treinador, a semana do Flamengo promete ser de profundas reformulações. A saída do diretor Rodrigo Caetano é questão de tempo, e a fritura em torno de seu trabalho só cresce. Nos corredores, o nome de Rodrigo Paiva já circula. Ex-assessor de imprensa do clube e da seleção, ele ocuparia a vaga de Caetano.
Fonte: Extra

Estão com medo bando de cagão, se vcs tivessem mostrado pelo menos esse futebolzinho de ontem em outros jogos hoje não tinha oq temer.
A se fosse a 10 anos atrás…
Não ia ter polícia que segurasse a ira da nação.
Cadê as organizadas ? Tão vendidas ?
Meu medo é esse, até as organizadas parece que se acostumaram com as derrotas, mal cobram e quando cobram é meia dúzia de gato pingado… Se fosse as organizadas dos paulistas do jeito que o Flamengo tá, ahhah, ia dar pena!
O q aparenta e isso, se fosse um tempo atrás a porrada já teria cantando dentro do Galeão não q eu seja a favor da violência mais nem cobrança se ver mais