A criação da vice-presidência de patrimônio histórico, que depende da aprovação do Conselho Deliberativo em reunião na noite desta terça-feira, na Gávea, foi uma ideia da situação para acalmar os ânimos de Ronaldo Gomlevsky após ele ter sido esvaziado pela alta cúpula com o fim do Conselho Gestor de Futebol, do qual ele era membro, e assim ter retirado o apoio à diretoria no fim de setembro.
Flamengo deve criar vice-presidência de Patrimônio Histórico.
Caso haja a aprovação do cargo pelo Deliberativo, a diretoria indicará um nome ligado a Ronaldo Gomlevsky para assumir a vice-presidência de patrimônio histórico. O mais cotado nos bastidores para ficar com a pasta é Daniel Rosenberg, aliado de Gomlevsky há algum tempo e que conhece bastante a área por trabalhar como diretor dela no próprio clube desde a administração passada.
Desde que retirou o apoio à situação, Gomlevsky trabalha intensamente nos corredores da Gávea com o grupo político que possui para bater em propostas da atual diretoria. Um dos principais alvos dele é o vice-presidente de marketing, Luiz Eduardo Baptista, com quem teve grande parte dos atritos. Porém, os atuais dirigentes do Flamengo consideram importante o apoio político de Gomlevsky para não ter problemas ao longo da gestão e querem tê-lo ao lado de novo.
Vale lembrar que não é a primeira vez que a situação utiliza deste recurso para agradar aliados políticos. Um outro caso foi com a vice-presidência de relações externas, dada a Plínio Serpa Pinto, nome ligado a Kleber Leite, após a saída de Flávio Godinho em agosto.
Fonte: Lancenet
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