Seleção brasileira, aliás, ainda é um tema doído para Mano Menezes. Ele não escondeu que sua demissão do cargo foi a maior decepção que teve na carreira, mas preferiu não polemizar:
— O presidente da CBF têm o direito de colocar quem quiser à frente da seleção. E, diante dos resultados, não há como negar que está dando certo.
Entretanto, no “Quadro de Honra” (quando o entrevistado fala sobre personagens de sua carreira e lhes atribui uma nota), o técnico preferiu não avaliar a dupla Marin/Del Nero. E mais adiante, lembrou sua contribuição, que é inegável:
— Muitos dos jogadores que eu convocava e eram criticados, agora são elogiados. Felipão e Parreira fizeram algumas mudanças, sim, mas a base é mais ou menos a que eu vinha montando.
Fonte: Blog do Renato Maurício Prado

