Quase um ano depois de ser demitido e encerrar precocemente o trabalho à frente da Seleção Brasileira, Mano Menezes, atual comandante do Flamengo, mostrou ainda não ter digerido bem o fracasso no time canarinho. Nesta segunda (16), o convidado de Renato Maurício Prado no programa A Última Palavra classificou a passagem como “a maior decepção da carreira”.
“Eu assisti aos jogos da Copa das Confederações, mas preferi não acompanhar os primeiros para não nutrir um sentimento pela Seleção. A demissão doeu muito, foi a minha maior decepção”, disse. No “Quadro de Honra”, o treinador preferiu não dar nota aos cartolas Marco Polo del Nero e José Maria Marín, indicando ainda ter mágoa com a CBF.
O gaúcho também disse acreditar ter sido demitido no melhor momento do Brasil sob seu comando. “Marín tem o direito de fazer o que fez, seja no momento certo ou errado, da forma certa ou menos adequada. Ele é o presidente da confederação. Mas o futebol é assim: em um primeiro momento não era possível ver meu trabalho. Quando viram que o trabalho estava andando, minha credibilidade aumentou. Era esse momento que a gente estava vivendo. E ai eu fui demitido”.
Mano assumiu a Seleção no em julho de 2010, após a eliminação da equipe de Dunga nas quartas de final da última Copa, para dar início a novo ciclo, que terminaria no fim do Mundial de 2014, no Brasil. Os maus resultados nas Olimpíadas e na Copa América, contudo, colocaram ponto final no trabalho antes do esperado, em novembro de 2012.
Fonte: Fox Sports

