Um ambiente que impõe pressão e um adversário empolgado nos minutos iniciais. É isso o que Léo Moura espera encontrar quarta-feira no estádio Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca. De volta à cidade do interior de Alagoas sete anos após o empate por 1 a 1 em confronto com o ASA pela Copa do Brasil de 2006, o lateral-direito é o único remanescente da geração que foi campeã daquela edição e prevê dificuldades no reencontro.
Na ocasião, o duelo valeu pela primeira fase – agora é pela terceira. Após sair atrás no placar, o Flamengo empatou com Ronaldo Angelim somente aos 25 do segundo tempo e sofreu para fazer o 2 a 1 no jogo do Maracanã e avançar. Desta vez, Léo Moura pede inteligência nos minutos iniciais para evitar maiores problemas.
– Já estive lá e sei o quanto é difícil jogar com pressão. Não é normal encarar o ASA, acontece uma vez ou outra. Sabemos que vai ser extremamente difícil, mas temos que jogar com inteligência, não sairmos afobados para tentar buscar o resultado. Até porque temos o jogo de volta. (Em 2006) foi uma pressão grande no início do jogo. Acho que se conseguirmos segurar os primeiros 10, 15 minutos e sair na frente, tende a ficar mais fácil.
Apesar da preocupação com a atmosfera em Arapiraca, o capitão rubro-negro admitiu não conhecer o adversário.
– Ainda não (recebemos informações). O Mano vai nos passar o que eles têm de mais perigoso.
O Flamengo treina em Brasília na manhã de terça-feira e segue no fim da tarde para Maceió. A delegação fica hospedada na capital alagoana e segue somente no dia do jogo para Arapiraca, de ônibus, onde enfrenta os ASA às 21h50m.
Fonte: GE

