Com a Copa do Mundo, o Campeonato Brasileiro conheceu um novo padrão de estádios. Na Série A, são dez equipes mandando seus jogos em arenas modernas, sem o tradicional alambrado e com a torcida mais próxima do campo. Algumas, podem dizer que estão completamente adaptadas. Outras, nem tanto.
No segundo grupo, por exemplo, está o Corinthians. O time alvinegro, que tinha no Pacaembu, sua antiga casa, uma verdadeira ‘fortaleza’, ainda não engrenou na Arena em Itaquera e brigaria contra o rebaixamento em um imaginário torneio entre os clubes que jogam nos novos estádios brasileiros.
Até aqui, no Brasileiro, o Corinthians fez sete jogos em Itaquera, conseguindo três vitórias, três empates e uma derrota. O aproveitamento é 57%, superior apenas aos 38% que conseguiu o Bahia na reconstruída Fonte Nova – nas mesmas sete partidas, foram dois triunfos, dois empates e três reveses.
No outro extremo, o Cruzeiro só conhece vitórias no Brasileiro jogando no Mineirão: sete duelos, sete vitórias. Na sequência, aparece o aproveitamento de 86% do Inter, que venceu seis partidas e uma derrota no Beira-Rio, e os 80% do Flamengo no Maracanã, com quatro triunfos e também só um revés.
Se fica devendo em relação a seus rivais, o Corinthians da Arena também não consegue ser melhor do aquele que jogava no Pacaembu. Desde 2009, quando ganhou a Copa do Brasil no primeiro semestre e levou o Brasileiro em banho-maria, o aproveitamento alvinegro não era tão baixo quanto o de 2014.
Naquele ano, sob o comando do mesmo Mano Menezes, o Corinthians somou apenas 56% dos pontos disputados no Pacaembu. Nos anos seguintes, a marca foi bem superior: 82% em 2010, 72% em 2011, 63% em 2012 e 58% em 2013 – número obtido por Tite e bem próximo do conseguido pelo sucessor.
Fonte: ESPN

