Fonte: GE
O Flamengo busca um camisa 10 não é de hoje. Trata-se da principal prioridade rubro-negra, mas, enquanto ainda não tem em mãos nem mesmo o novo camisa 9 e seu principal reforço – Guerrero está com a seleção peruana para a disputa da Copa América -, a solução é improvisar. Everton é o maior exemplo dessa polivalência pregada por Cristóvão Borges. Desde a primeira passagem pela Gávea, passeou por praticamente todos os setores do meio-campo, exceto a cabeça da área, e jogou como lateral-esquerdo e atacante. Contra o Cruzeiro, na quarta-feira passada, atuou como quarto homem, mais centralizado, e o comandante aprovou.
– Conversei bastante com o Everton. Procuro me informar muito com o grupo e com o Jayme, que já trabalha aqui há muito tempo. Conheço o Everton não é daqui do Flamengo, mas também da época que o enfrentei, no Atlético-PR também. Sei que tem capacidade e gostei muito.
– Ganhamos um jogador que fez mais uma função, e ele foi muito bem no jogo. Precisamos de jogadores versáteis, ainda mais enquanto nosso elenco ainda não é aumentado – avaliou Cristóvão, sinalizando a importância da chegada de mais reforços.
Dentre os jogadores que executam mais de uma função no elenco rubro-negro, Everton é de longe o mais encaixado no perfil “pau pra toda obra”. Neste sábado, contra a Chapecoense, às 18h30, no Maracanã, ele é desfalque – levou o terceiro amarelo contra o Cruzeiro.
Além de Everton, há outro seis curingas no elenco. Eduardo da Silva atua tanto de meia como centroavante. Anderson Pico, Pará e Luiz Antonio fazem as duas laterais quando solicitados. O último é volante de origem, e o substituto de Léo Moura iniciou a carreira, no Santo André, no meio-campo. Frauches, zagueiro de ofício, também dá conta da ala direita, porém seu papel primordial é defender. Lucas Mugni, único do septeto fora do grupo de relacionados para enfrentar a Chape, chegou ao Flamengo para municiar os atacantes e recebeu a 10 de Zico, porém Vanderlei Luxemburgo passou a enxergá-lo como segundo volante, posição na qual foi testado pelo treinador.
O Flamengo, penúltimo colocado com um ponto, encara a Chapecoense neste sábado, às 18h30, no Maracanã. O GloboEsporte.com transmite a partida em Tempo Real.

Pará de meia é tão bom quanto Luis Antônio de lateral esquerdo, que é tão bom quanto Éverton de volante, que é tão bom quanto Eduardo da Silva de meia que são quase tão bons quanto o Toró no gol. Eduardo da Silva não joga nessa posição justamente porque não tem mais velocidade. Pará como meia eu não quero nem comentar porque deve fazer mal pra saúde…
Quem disse que o L. Antônio é lateral esquerdo e que o Frauches é lateral direito?