A Fifa confirmou neste domingo que a Copa do Mundo no Brasil atingiu a segunda maior média de público da história dos Mundiais. A marca de 57.762 pessoas por jogo ultrapassou a da Copa da Alemanha, em 2006, de 52.491.
A maior média pertence à Copa nos Estados Unidos, em 1994, quando 68413 foram registradas por partida. A marca extremamente alta se deve também a enorme capacidade dos estádios norte-americanos, muito superiores às de outras edições do Mundial. O estádio de Los Angeles, por exemplo, comportava mais de 90 mil pessoas, enquanto outros três assuguravam mais de 70 mil lugares.
Mesmo apresentando diversos problemas com ingressos, polêmicas em torno de cambistas, corrupção e desorganização nos estádios, a assiduidade dos torcedores brasileiros e estrangeiros que vieram ao país impressiona.
No Media Briefing deste domingo, a Fifa informou que vai investigar o caso envolvendo o vice-presidente da Associação de Futebol Argentina (AFA). O nome do filho de Julio Grondona foi encontrado em ao menos um dos ingressos comercializados por cambistas.
A informação é do jornalista argentino Andrés Burgo, que publicou uma imagem de um ingresso com o nome de Humberto Grondona em sua conta pessoal no Twitter. Em entrevista ao canal TyC Sports, Grondona admitiu ter vendido entradas a um amigo não-identificado, mas garantiu não saber como elas foram parar na mão dos cambistas.
Punição a Rodrigo Paiva – Os representantes da entidade se esquivaram quando o assunto foi a punição ao assessor de imprensa da CBF. Perguntados sobre a discrepância em relação a Luis Suárez, por exemplo, – o uruguaio foi punido com 9 jogos de suspensão e 4 meses afastado do futebol, além de ter sua credencial para a Copa cassada – a resposta foi simplesmente de que cada caso é um caso, portanto, não caberia comparação. Paiva recebeu quatro jogos de suspenção, mas pode continuar atendendo aos eventos da Fifa, coletivas, treinos, apenas não nos dias de jogos.
Fonte: ESPN

