Rubens Lopes deve ser reeleito hoje para mais um mandato na Federação Carioca de Futebol.
Ele preside a federação desde 2006, discípulo do Caixa D’Água que a presidiu entre 1985 e 2006, ano em que morreu.
Ontem, tardiamente, diante do retumbante e escandaloso fracasso da Taça Guanabara, Flamengo, Vasco e Fluminense declararam oposição ao cartola.
Parece coisa para inglês ver, por inútil, ou, como diria Getúlio Vargas, “guampada de boi manso”, quando soube que o governador de Minas, Benedito Valadares, conspirava para derrubá-lo, apesar de ter sido nomeado por Vargas.
Aos grandes do Rio, como de resto aos demais grandes clubes brasileiros, só há um caminho para estancar a sangria a que se submetem por aceitar o comando da CBF e das federações estaduais — de resto uma excrecência exclusivamente brasileira, como a jabuticaba, que, no entanto é doce: fundar a tão esperada Liga de Clubes.
O resto é figuração, tão tardia como ineficaz.
A única saída é a Liga, que também tarda, mas esta sim, antes tarde do que nunca.
Fonte: Blog do Juca Kfouri



























