Desde a derrota avassaladora do Flamengo diante do Cruzeiro, em Uberlândia, 46 dias se passaram. De lá para cá pouco coisa mudou. Quase nada na verdade. Apenas um reforço, que ainda não pôde entrar em campo. Mesmo com um novo esquema tático imposto pelo técnico Ney Franco, algumas peças diferentes daquela contra o time mineiro, e a mudança de postura exigida pelo treinador, o Rubro-Negro mostrou que muita coisa ainda precisa mudar para o time espantar o perigo iminente do rebaixamento. Principalmente por somar cinco derrotas em dez jogos, e assumir a lanterna no Brasileiro.
A formação com três zagueiros, tão executada no período de treinamentos até que surtiu um certo efeito positivo na equipe, que apresentou mais volume de jogo, marcou de forma mais eficiente, mas continua cometendo erros fatais para qualquer formação.
A torcida até deu um voto de confiança, mas as esperanças acabaram ainda no primeiro tempo, após o primeiro gol do Atlético. Daí em diante, aqueles que vinham sendo perseguidos pela torcida, nas primeiras rodadas, voltaram a ouvir as vaias vindas das arquibancadas. Principalmente para Elano, que substituído, sequer foi para o banco de reservas.
Se a equipe teve dificuldades contra o Furacão, o panorama pode ser ainda pior se o Fla ficar sem Paulinho e Samir contra o Inter. O zagueiro, no entanto, é ausência garantida.
Fonte: Grito da Nação



























