A derrota por 2 a 1 para o Atlético-PR, domingo, foi o primeiro jogo no qual Eduardo da Silva atuou desta forma sabendo que passaria a ser a referência do time na posição. Ele fez o gol do Flamengo, meio sem querer, mas tem consciência de como será daqui para a frente.
– Antes da lesão grave que sofri, os times jogavam na maioria em um 4-4-2, com dois atacantes. Estava acostumado ali. No ano que me machuquei, foi quando o Barcelona ganhou seis ou sete títulos jogando com um atacante. Os sistemas mudaram para 4-3-3 e 4-2-3-1. O Arsenal voltou com essa formação e então joguei muito pouco como centroavante – explicou Eduardo.
Mesmo com essa dificuldade, o atacante tem se saído bem. Com sete gols no Campeonato Brasileiro, igualou Alecsandro como artilheiro do time na competição. Ele tem oito na temporada.
– Estou aqui para jogar em qualquer posição. Se o treinador achar que posso colaborar na frente, vou dar o meu máximo. Ele muda de formação tática algumas vezes, com dois atacantes. Vou tentar cumprir a função da melhor maneira – comentou o atacante.
Fisicamente, mesmo sem ter feito uma pré-temporada no Brasil, Eduardo da Silva se considera em boas condições. O jogador foi substituído duas vezes no intervalo dos últimos três jogos. No outro, saiu antes dos 15 minutos do segundo tempo.
– Estou me sentindo ótimo, principalmente se comparado com o que havia três meses atrás. Se estou 100% para jogar não sei, mas me sinto assim – garantiu Eduardo da Silva.
Fonte: GE

