Ludmilla está fazendo sucesso em todo o Brasil com seu funk-pop, principalmente através do som “Sem Querer”. O que poucos sabem é que que a cantora carioca quase trocou os palcos pelos gramados. Em participação no Corujão do Esporte dessa semana ela revelou que por muito pouco não optou por se tornar jogadora de futebol. E mesmo sendo torcedora do Flamengo, ela ia jogar pelo Fluminense.
– Nunca mais eu consegui jogar bola, por um pouquinho eu não fui jogadora do Fluminense. Era atacante e ainda hoje na minha rua quando eu estou com tempo eu jogo bola com as crianças – revelou ela.
Amante dos esportes, ela pratica Muay Thai duas vezes por semana e é amante de lutas principalmente do jiu-jitsu. Ludmilla malha para aguentar a rotina de shows, gravações e viagens e sofre por não ter mais tempo para jogar futebol, ainda assim fez umas embaixadinhas no estúdio mesmo de botas.
Nascida no Rio de Janeiro há apenas 19 anos, Ludmila Oliveira da Silva ficou conhecida primeiramente como MC Beyoncé, inspirada na cantora americana. Adotou depois seu próprio nome como alcunha e não parou de crescer com seu som funk irreverente e sua voz potente através de milhares de visualizações na internet. Contratada por uma grande gravadora começou a incorporar elementos da música pop dando às suas músicas mais melodia e já gravou seu primeiro disco que vem sendo sucesso nas rádios de todo o Brasil.
Quem diria que a menina de 8 anos que gritava ritmadamente “aipim manteiga! aipim!” na varanda de casa, em Duque de Caixas, na Baixada Fluminense, para imitar um vendedor de rua, cantaria nas festas de aniversário de Bruna Marquezine e de Preta Gil 11 anos mais tarde? Pois Ludmilla contrariou todas as expectativas e mostrou que não é cantora de uma música só. Depois de conquistar fãs nas redes sociais com o hit “Fala mal de mim”, ela assinou contrato com uma gravadora e emplacou mais dois hits, “Sem querer” e “Hoje”, e se consolidou no cenário do funk pop usando seu próprio nome, com ou sem MC – “Tanto faz”, diz ela.
Fonte: GE

