De Bottinelli ao “melhor que Messi”: os últimos argentinos do Flamengo

Com Mancuello de chegada, GloboEsporte.com lista hermanos que defenderam o clube nos últimos 10 anos; enquanto Maxi se destacou, Colace foi a grande decepção

O acerto com Federico Mancuello repercutiu de forma imediata junto à torcida do Flamengo. A expectativa, principalmente nas redes sociais, é de que o jogador não repita o desempenho de seus compatriotas nos últimos 10 anos. Foram seis os hermanos que passaram pela Gávea desde 2007 e nenhum deixou saudade nos rubro-negros.

Atualmente o único representante argentino do elenco do Flamengo é o volante Canteros, que apesar de ter sido titular na maior parte da última temporada, em muitas partidas não agradou. Dos últimos jogadores da Argentina que defenderam o Rubro-Negro recentemente, quem mais disputou partidas foi Bottinelli. Mas embora tenha entrado em campo quase 100 vezes (90 no total), deixou o clube em 2012 sem nunca ter se firmado. Seu momento de maior destaque foi um Fla-Flu de 2011, no Engenhão, quando marcou dois gols nos minutos finais – aos 41 e 44 minutos do segundo tempo – da vitória por 3 a 2. Atualmente ele defende o Toluca, do México.

O meia Lucas Mugni chegou em 2014 também sob expectativa, mas foi embora a Gávea com apenas cinco gols marcados e sem deixar saudade. Ele retornou à Argentina e hoje está no Newell’s Old Boys. Em 2008 foi a vez de Rubens Sambueza vestir a camisa do Flamengo numa passagem rápida e apagadíssima. Foram menos de 10 partidas disputadas e nenhum gol marcado. Atualmente o meia veste a camisa do América do México, onde tem moral.

tabela[1]O argentino de maior destaque com a camisa rubro-negra nos últimos anos foi Maxi Biancucchi, que defendeu o clube entre 2007 e 2009. Viveu seu ápice justamente no primeiro ano em que vestiu a camisa do Flamengo. A exemplo de Bottinelli, o jogo mais especial foi um Fla-Flu válido pelo Campeonato Brasileiro. Ele marcou o gol da vitória em duelo no qual o time rubro-negro chegou a ficar com menos dois jogadores em campo. Ao fim do clássico, deixou o gramado ovacionado com os gritos de “Ih, o Maxi é melhor que o Messi (o hermano é primo do craque do Barcelona)”, adaptação de “Obina é melhor que o Eto’o”. Biancucchi, que hoje está no Bahia, foi peça importante na campanha em que o Fla deixou a penúltima lugar e terminou em terceiro e na Libertadores.

Na mesma arrancada, o compatriota Hugo Colace teve participação muito ruim. Atuou apenas em quatro e contra o Vasco, no dia 18 de outubro de 2007, entrou ainda no primeiro tempo e acabou expulso nove minutos depois devido a uma entrada duríssima em Marcelinho. De longe o argentino que pior representou o Fla no período.

Fonte: GE

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  • Materia feita pra plantar uma verdade propria na mente dos outros. Todos foram importantes, Canteros se adaptou rapido mas cai de produção e botinelli foi o mesmo caso.O flamengo têm obsessão por meias que devem de qualquer jeito ser a solucao pra camisa 10.e por isso tanto a torcida e diretoria deve ter paciencia. No caso do Mugni ele era um garoto com uma baita responsabilidade em um time de meio de tabela

    • Cara novo e meteram a 10 do Zico nele, puta sacanagem. Foi injustiçado.

  • Engraçado que só colocam o numero de jogos e o numero de gols, pq não colocar tb o numero de assistências? Afinal, dos jogadores citados o único atacante é o Maxi.

  • Canteros não foi decepçao, só teve uma temporada ruim, como o time todo. E o Bottinelli foi importante naquele ano.

    • Caraca! O Canteros já jogou praticamente a mesma quantidade que o Bottinelli! Nem parece…

  • Eu acredito que o canteros vai ter um rendimento melhor com o Muricy!!!

    • Acho que ele vai ser reserva do Mancuello.

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