A passagem da Viton 44 no patrocínio a clubes de futebol aponta de forma precisa para o grande problema que existe no esporte mais popular do país há quase uma década.
Alçada ao status de tábua de salvação dos times do Rio no começo do ano passado, a empresa deixa após um ano o futebol, sem entregar aos times, e à marca, grandes benefícios.
Até mesmo o propósito primário de dar publicidade à marca para ter um comprador não foi bem sucedido na estratégia aventureira da Viton.
A marca deu a última cartada num esforço para aparecer e, no fim das contas, só conseguiu ampliar a bolha de investimentos no futebol, sem obter retorno sobre os gastos que foram feitos com os patrocínios.
Como pode uma marca colocar R$ 50 milhões em três clubes de massa como Flamengo, Fluminense e Vasco e, um ano depois, jogar isso fora? Qual era o objetivo de Neville Proá ao fazer um negócio desses?
O caso Viton 44 mostra que o futebol segue dependente de aventureiros, que não criam estratégia para o patrocínio e, assim, ficam por pouco tempo num clube ou num esporte.
Neste 2016, mais uma vez, os clubes estarão reféns ou do governo, ou de empresas que não têm definido o que buscam ao investir no esporte. Assim, de aventura em aventura, os clubes vão tentando ter a coluna de “receita com patrocínios” em algum lugar na previsão orçamentária.
Somente quando souber vender projetos de longo prazo, com começo, meio e fim, é que o futebol vai reduzir a dependêncida de aventureiros.
Talvez essa fosse uma boa resolução para o 2016 que começa!
Original: https://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/analise-futebol-precisa-reduzir-dependencia-de-aventureiros_29635.html#ixzz3wJ4kOs00
Fonte: Máquina Esportiva

dependente de aventureiros??? Cadê os fatos e dados estatísticos que se baseou p chegar a esta conclusão. Texto bosta cujo conteúdo se baseia no achismo de quem escreveu.
Em outubro do ano passado 20 gigantes empresas em parceria com a Atletas pelo Brasil criaram o Pacto pelo Esporte, “um acordo que tem o objetivo de contribuir para a cultura e a prática de uma gestão profissional, moderna e eficiente do segmento.” Obviamente as empresas só patrocinarão clubes que se adequarem ao Pacto com todas as contrapartidas. Isso tudo vai valer a partir de 2017. Ou seja, teremos 20 gigantes que não colocarão um centavo em qualquer clube de futebol brasileiro, a menos que mudem bastante a própria gestão interna dos clubes. As empresas estão vendo que não vale a pena investir no futebol só em troca da publicidade. Se não mudarmos nossa forma de ver o “negócio futebol”, vamos todos à falência, e aí não adianta ter 4 mil ou 40 milhões de torcedores. Devemos lembrar que pagar dívida e depositar o salário em dia não é modernidade, é obrigação. Segue a lista das empresas envolvidas no Pacto: Aché, Banco do Brasil, Bradesco, BRF, Carrefour, Centauro, Coca-Cola,
Construtora Passarelli, Correios, Decathlon, Estácio, EY, Gol, Itaú,
Johnson & Johnson, McDonald´s, P&G, Somos Educação, TAM e Vivo.
Matéria IDIOTA.O cara rala durante anos,coloca sua marca na canisa dos grandes,vem um governo de merda e fode com a empresa não só dele mas de inúmeras outras e o cara é aventureiro?
Aventureiro são os presidentes dos clubes que durante anos dilapidaram seus patrimonios por imconpetencia,aventureiro é o governo que de uma hora pra outra fodeu com milhões de Brasileiros e deu nisso aí.
Então todas as empresas que quebraram com a crise são dirigidas por aventureiros seu idiota?