A festa da torcida do Flamengo – totalmente desproporcional em relação ao currículo e ao momento de Diego – é a certeza de que a contratação foi corretíssima. O torcedor está feliz, alucinadamente feliz, irracionalmente feliz e essa felicidade insana é o que se busca com o futebol.
Está feliz por ver seu time mais forte e por ver seu clube agindo de acordo com sua grandeza. É muito importante um gigante como o Flamengo mostrar ousadia e não se limitar a soluções caseiras e baratas, que, muitas vezes, pouco solucionam.
Estamos tão acostumados com a mediocridade que nos é imposta que nos assustamos quando ela é rompida. E a palavra loucura é a primeira a chegar. Loucura, só se fora da torcida. A contratação da Diego teve muito de planejamento. Ele colaborou, conseguiu a rescisão de seu contrato – o que não é uma atitude bacana – e tornou tudo mais fácil. O Flamengo está gastando para pagar seus salários. Nada foi gasto para conseguir o vínculo.
A chegada de Diego é importante para o futebol brasileiro, apesar de não romper o círculo vicioso que vivemos. Nós somos o país que vendemos o irreverente garoto Diego aos 19 anos e contratamos o circunspecto senhor Diego Ribas aos 31. Também buscamos na América do Sul os craques que a Europa não quis.
A diferença é que Diego tem pinta de referencia e não de coadjuvante. Não importa que não o tenha sido nos últimos tempos, mas deu toda a pinta de que se tornou um jogador responsável e com os pés no chão. Ficou emocionado pela idolatria mas não embarcou nela. Não falou em salvação, tampouco em seleção.
Falou em Flamengo e assumiu a missão de conduzir o clube a um porto glorioso. Mais brilhante do que seguro.
A segunda diferença foi justamente a idolatria. A torcida do Flamengo o tratou como um gigante do futebol. Difícil acreditar que todos aqueles rubro-negros soubessem onde estava Diego, difícil acreditar que tenham acompanhado a carreira dele na Europa ou mesmo no Santos. Na verdade, estavam comemorando a carência de um ídolo. E a possibilidade concreta de tê-lo agora.
Diego acendeu o rastilho de pólvora da insanidade. Que maravilha. O futebol vive disso. O futebol de um clube popular necessita respirar essa paixão que andava tão distante.
Dizem que contratação certa é a que deu certo.
Diego já deu certo. Afinal, a função do ídolo não é deixar seu povo feliz? Insanamente feliz?
Fonte: Blog do Menon

Bom texto, é por aí mesmo.
Muitos falam do R10, bom, vou dizer minha opinião, ele até jogou bem, mas sei la, parece q a diretoria começou a avacalhar o salario dele e soma-se a isso o temperamento do R10 (baladeiro, mulher e cachaça)o cara desandou. Outra comparação, o Cadu, esse foi muito estigmatizado, chegou com pompas de craque, mas ele não jogou NADA em NENHUM clube, cara preguiçoso, displicente, e sentiu e muito o peso da camisa. Falado do Guerrero, ele me parece ser um cara fechadão, na dele, parece q nem no grupo é mto apegado com os jogadores, não casou, ta dando um caô danado, vamos ver como vai terminar. Depois disso tudo falo do Diego, o cara é um clássico 10, pode não ter sido protagonista na Europa, mas seu nível de futebol é muito acima do futebol brasileiro, jogador não desaprende, e já se mostrou ser um cara q tem carisma com a torcida, é família, não vai ter bonde da Stella com ele pode anotar ai e pelo q me parece abriu mão de mta grana pra jogar aqui. Claro q ó o tempo vai dizer, espero não quebrar a cara, mas creio q esse será nosso novo Pet! Um cara q as crianças vão pedir camisas, q vai jogar mta bola e q vai trazer mta alegria! SRN6 SEMPRE!
Cara o R10 jogou bem, só que, o salário dele era um absurdo, era o 7° maior do mundo. Eu admito que nos moldes com a traffic era um molde aceitável, mas aquela burra da Patricia decidiu arcar com o salário integral quando a traffic vazou e por causa dessa equice o Fla quase foi a falência se n fosse EBM meus amigos, eu não sei o que seria de nós. E o Diego pra mim tem tudo pra dar certo e como disse ai acima, ainda estamos gastando apenas 50% em salários.
Será q se o R10 fosse contratado nesses moldes do Diego com uma diretoria azul no comando a historia seria diferente? Eu tenho ctz q sim (vide o Atlético-MG)
Não tenho a menor dúvida disso.
Falta o essencial no texto: um cara irregular tem maior chance de acordar no Flamengo. A torcida e a mística mudam o processo todo.
Pensem nisso na época que contratamos o R10 o contratamos já enfiando os pés na lama,este ano nós já temos Guerrero e Diego e estamos ainda gastando em torno de 50% com salários como afirmado pela imprensa, tem time que gasta 80%… quero só ver esse time ano que vem.
A festa da torcida do Flamengo – totalmente desproporcional em relação ao currículo e ao momento de Diego – O CV dele é ótimo. Jogou na Alemanha, Itália, Espanha, foi campeão pelo Santos ainda garoto. Algum jogador do futebol brasileiro atual tem esse CV? Chora turminha do arco-íris. Este é só o começo.
Kkkkk! é mta comedia né. Não vi nenhum artigo analisando as 22 milhas queimadas no incrível Maicon, ou as 36 milhas destruídas no Nico Lopez, ou até as 40 muito bem destruídas no senhor Pato, dá raiva mano, mta raiva disso
kkkkkk comédia total. Os caras vão pirar!!!! É só o começo, pq é um crescimento gradativo e em bases sólidas. hahahaha SRN
Só lamento a oportunidade perdida de ver esse cara jogando miticamente com a 10 no Maracanã, e não com a insossa 35.
É um detalhe que faria bem.
O cara fez uma homenagem belíssima à seus filhos de 3 e 5 anos e ainda tem gente que reclama
Acredito que ano que vem, no início da temporada, haja uma redistribuição das numerações. E que parta do próprio Ederson essa mudança. O Ederson é um cara muito educado, íntegro e ético.
Guardadas as devidas proporções, o Adriano em 2009 começou com a 29, mudou para alguns outros números e terminou com a 10. O Pet voltou com a 43. E deu super certo.
Acredito, nesse momento, num bom retorno de Marketing ele com a 35. Até mais do que com a 10. Ele com a 10 no Maraca, fica pro lado místico nesse momento.
Como o Diego mesmo disse na carta q fez, e ontem na apresentação, o número é o de menos. A satisfação de levar o CRF no peito é maior.