Fla prepara chegada à Ilha e repassa organização para poder público

A união pela Ilha do Governador e por melhorias no entorno do estádio Luso-Brasileiro, casa do Flamengo a partir de março, foi ponto pacifico no encontro do presidente Eduardo Bandeira de Mello e da vereadora Tânia Bastos (PRB), ontem, na Gávea. Mais cedo, o clube divulgou imagens das obras do estádio, que junto com as declarações do dirigente abafaram a polêmica provocada pelo temor dos vizinhos — preocupados com a invasão de torcedores ao bairro.

Um encontro nesta terça-feira reúne moradores, que vão fazer suas reclamações. Bandeira não deve ir, mas mandará um representante. O Flamengo se comprometeu a trabalhar na divulgação de como chegar ao bairro e sobre os pontos de estacionamento disponíveis para carros. O poder público ficará responsável por soluções alternativas de transporte.

— Vamos escutar a população e tomar as medidas. Em segunda etapa, vamos fazer uma divulgação de como chegar na Ilha, as novas ideias combinadas com o Flamengo, inclusive pontos de estacionamento — explicou o superintendente da Ilha, Daniel Balbi.

— Não queremos causar confusão para os moradores da Ilha. Pelo contrário, queremos valorizar a região — disse Bandeira, tentando minimizar a previsão de tumulto, em virtude dos horários dos jogos (quarta-feira à noite ou à tarde nos fins de semana): — A Ilha pode contar com o clube para auxiliar no que for necessário.

Fonte: Extra

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  • Algume sabe se tem lugar pra parar o carro tranquilamente?

    • na maré kkk

  • Não entendo pq isso agora, pois com Botafogo não teve isso é o flamengo só colocou 5 mil cadeiras a mais que tinha quando quando era o Botafogo, inves de reclamar, vejo oportunidades, quem tem dinheiro constrói hotel, quem nao tem compra carne pra vender espetinhos, de umacoisa tenho certeza vai aquecer o comércio na região invés de reclamar aproveitem pra ganhar dinheiro!

    • Mas a chegada do botafogo n teve impacto já q n teve torcida kkkk

  • Uma coisa é um timeco sem torcida, outro é um Gigante. Até dá para entender a preocupação. Tudo de boa, não tem motivo para pânico. Torcedor vai ver o jogo e vazar. Não vai dar nada para a população da ilha.

    • Almir, o problema é que o bairro não é de grande movimentação. Há apenas uma saída da Ilha. As ruas ao redor do estádio são acanhadas. Como vc disse, uma coisa é o Bosta, time sem torcida. Outro é uma Nação, que virá forte este ano e deverá jogar constantemente com casa cheia. O único problema disso tudo é que não ouvi, até agora, preocupação com o torcedor. Parece que somos uma cambada que irá invadir o Luso Brasileiro, mijaremos em qualquer canto e depois iremos embora. As coisa são são assim. Como eu disse ontem, precisa-se sentar e conversar. Cada uma que assuma sua responsabilidade e agindo em parceria, pois assim todos ganham.

      • Pois é, lendo sua mensagem fico pensando… a Portuguesa conseguiu liberação para fazer o estádio, mesmo com tantas coisas contra na vizinhança; mas na Gávea, com muito mais coisas a favor, a prefeitura barra né… bola pra frente!

        • Leandro, o contexto é outro. O primeiro a ser destacado é que a Portuguesa é um clube pequeno do Rio de Janeiro que tem o objetivo de servir entretenimento ao bairro em que o futebol não é primordial. O Luso Brasileiro data de 1965, outras épocas. Para efeito de comparação, não podemos se esquecer que há sim um estádio na Gávea e que foi bastante utilizado no passado. Ocorre que a sede do Flamengo fica na Zona Sul e as vozes dos moradores ($$$) são muito mais ouvidas do que os da Zona Norte. Tem a questão do trânsito local ser uma porcaria também. Jogos na Gávea seriam viáveis apenas aos finais de semana. Quem passou por lá pelo menos 1x a partir das 17h durante um dia útil sabe do que falo. É realmente complicado. Mas pode ter certeza que é possível sim, basta planejamento.

  • Com o “gigante” e glorioso bostachoro não teve isso. Pq será hein? Rs

    • Não compare 3 mil gatos pingados que iam no jogo deles, torcida do Fla vai lotar sempre, não tem nada de mais isso aí, estão certos.

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