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Nós podemos mais. Flamengo, pergunte à torcida!

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Olá, coleguinhas de Coluna do Flamengo.

Queria dar só uma pincelada sobre um assunto que está em debate essa semana: sócio-torcedor e o que o cerca.

Não. Não será uma daquelas colunas em que fundamento meus argumentos nos números, etc. Queria fazer um papo reto e o máximo curto. Também não é como no modernismo, uma metacrítica. É uma reflexão do que nós, mídias independentes e clube temos que buscar. O torcedor inalcançado.

Meu texto foi motivado por um simples pensamento: nós podemos mais. A torcida do Flamengo está na casa dos 42 milhões. Se nós pensarmos nisso, o nosso alcance no Twitter, Facebook, YouTube e outras mídias, inclusive sócio-torcedor, é insatisfatória.

Claro que aqui não quero ser leviano e dizer que é fácil, que o brasileiro pode elevar o programa, a internet do clube e das outras mídias de modo estratosférico, e “passar um sabão” em quem quer que seja, inclusive nós Coluna do Flamengo. Entendo que já existe um esforço neste sentido, e que ainda ontem éramos iniciantes no assunto. Mas penso que apontar onde podemos melhorar também é nossa responsabilidade.

Por fim, para ficar o máximo raso possível, hoje alcançamos 109 mil ST’s. É fantástico e temos que buscar sempre mais. Podemos mais. Nunca desprezando aquele torcedor que não é sócio, mas que também respira Flamengo, consome muito Flamengo.


Veja mais:


Não há estádio no Brasil passível de comportar esse número de pessoas. Isso sim é uma mazela da sociedade moderna em que se ensina ao torcedor como ele deve torcer. É culpa dos clubes? Da CBF? Não sei. Mas, embora eu não saiba como se deu na Europa, o mínimo que deveriam ter feito aqui em terras tupiniquins era perguntar. Alguém lembra se perguntaram ao torcedor como ele queria torcer? De pé, sentado, com cadeira acolchoada, com penas, com banda, sem?

O clube deveria repensar (e não dei a solução, porque a desconheço) o trato com o torcedor. O momento de fazer isso, talvez, seja agora. Já que está se pensando na construção do estádio. Flamengo, pergunte a sua torcida o que ela quer

Anderson Alves, O otimista.

Ver comentários

  • Texto consfuso...mostra um diagnóstico óbvio e não propõe nada.

  • Quem vai a um estádio de futebol e fica sentando assistindo o jogo com toda certeza não é torcedor.
    O torcedor fica de pé, grita e canta.
    Este negócio de ficar sentando e coisa de futebol europeu, SulAméricanos torce em pé.

    • tenho amigos com limitações físicas e merecem o respeito e conforto necessários pôs SÃO TORCEDORES DE VERDADE, seu comentário é muito superficial, um estádio tem que ter lugar adequado para todos.

      • Meu comentário não foi superficial, acredito que vc sim fez um pré julgamento sobre mim como se eu estivesse excluindo os torcedores com algumas dificuldades físicas.

    • Então os dois tem razão. Um estádio com espaço onde os torcedores podem ficar em pé, mas com setores com cadeiras, lugar para deficiente físico e etc...
      Já existe esse lugar: O Maracanã! É só retirar as cadeiras de um setor, para acomodar o público mais popular (tipo, atrás do gol), e manter os outros setores como estão. Simples.

      • E isso vc já respondeu, até porque na construção de um estádio o clube tem que respeitar e ter uma área com acesso a cadeirantes e outras dificuldades físicas.

  • Não, não pergunte ao torcedor o que ele quer, busque profissionais que entendam da gestão de espetáculos esportivos, aliem ao costume do publico local pois se for dar ouvido a torcida vai sair um estádio muito confuso, para não dizer outros adjetivos.

    • Acho que é importante ouvir a todos, desde o torcedor, ao jogador e também um profissional com experiência na gestão de eventos esportivos, desde que este respeite a cultura futebolística brasileira, e não comete crimes como a padronização FIFA dos nossos estádios transformados em arenas.

  • Acho que é importante ouvir a todos, desde o torcedor, ao jogador e também um profissional com experiência na gestão de eventos esportivos, desde que este respeite a cultura futebolística brasileira, e não repita erros como a padronização FIFA dos nossos estádios, transformados em arenas para a copa de 2014.

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