Anderson Alves: “Gigante mesmo é quem não vende seus ídolos”

“Ser rico é muito bom. Ser feliz é ainda melhor” – Autor desconhecido.

Pode parecer paradoxal vindo de quem já escreveu esta coluna aqui*, mas a grande verdade é que hoje o único jogador inegociável é este ruivo, colombiano que atende por Gustavo Leonardo Cuéllar Gallego. Quanto tempo perdemos!

Olá, coleguinhas de Coluna do Fla. Hoje falaremos sobre o fosforito, o homem de… O homem sem preço do Flamengo. E antes de qualquer coisa, gostaria de esclarecer de forma a ficar cristalino. Aquela coluna retratava uma situação incrivelmente incômoda que eu entendia da reserva do colombiano, onde defendi o empréstimo do jogador que era obrigado a assistir a titularidade do monstro da volância, Baidu, o inominável.

Dito isto, comecemos. Cuéllar é o jogador mais regular que possuímos. Seus números são invejáveis no Brasil e fora dele. Tal competência chamou a atenção de clubes do velho continente. Não há nenhum louco aqui! Sabemos que um aporte descomunal o tiraria do Brasil. O futebol negócio é absurdamente indefectível.

Contudo, nem só de cifras se constrói um clube. Nós não somos o time que vendeu Vinícius Jr por 167M, somos o clube que deu um baile no Liverpool na final do Mundial de 81. Criar um time que dê um baile nos adversários e que traga títulos tem que ser a prioridade. Neste aspecto a manutenção de Cuéllar é fundamental.

Não é novidade que a espinha dorsal do time hoje é o colombiano. Basta observar as mudanças que sua ausência impõem ao time. Piris é um jogador excepcional, mas suas características são diferentes de Cuéllar. Precisa evoluir.

É preciso apresentar uma proposta de continuidade para o jogador. Com bases bem definidas e projeções de títulos para um ídolo como o jogador que não sairia do clube até 2024, no mínimo. Claro, existe a vontade do jogador, mas ele já disse em entrevista querer encerrar carreira aqui. Por que não?

Certo é que terá assédio e o Flamengo precisa fazer outra escolha aqui. Ou faz caixa, ou faz título! Manter o colombiano não é nenhuma garantia, mas é um passo sólido nesta direção.

Anderson Alves, O otimista.
@alvesotimista

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