Revista Forbes aponta o Carioca como ‘barreira para o progresso’ do futebol brasileiro

O Campeonato Carioca já foi um dos mais importantes do calendário do futebol brasileiro. No entanto, nos últimos anos, com o baixo nível técnico da competição e pouco potencial financeiro – clubes chegam a ter prejuízo com a competição – o torneio tem ficado cada vez mais desvalorizado. Tal fator já não é mais pauta apenas no Brasil. Prova disso é que a discussão ganhou espaço na conceituada revista Forbes, em artigo do jornalista Samindra Kunti, que costuma informar sobre clubes europeus.


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Em texto publicado nesta semana, Kunti explicou o funcionamento do Campeonato Carioca e citou a pouca relevância esportiva de clubes como Bangu, Macaé e demais participantes do estadual numa esfera nacional.

“Para os grandes clubes, os campeonatos estaduais oferecem uma chance fácil de título, mas fazem pouco por sua competitividade continental e global com tantos jogos sem sentido. Esse cenário se repete em todo o Brasil”, escreveu ele em trecho da análise.

Na sequência, ele destaca ainda a longa duração da competição, que acaba suprimindo disputas de maior importância: “Todo o processo é prolongado até maio, quando a liga nacional começa. Até então, os pequenos clubes estarão fora de ação e a maioria dos grandes clubes estará sobrecarregada com o longo período de disputa da competição nacional”.

Na temporada anterior, o Flamengo disputou 74 jogos oficiais, além de dois pela Florida Cup. O Carioca foi o responsável por ocupar 17 destas datas, superando competições como Copa do Brasil e Libertadores. Neste ano, o Rubro-Negro pretende disputar a maior parte do estadual com equipe alternativa, visando a preparação de seus principais atletas para competições de maior relevância.

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  • O Brasil deveria acabar com os campeonatos estaduais e fazer como é a Alemanha, onde existe ligas regionais para equipes tem pouco poder aquisitivo.
    Aqui tem 4 divisões, permaneceria essas quatro divisões, ai agora pegaria esses clubes que não sou poucos e que ficam sem atividade nenhuma depois que se acaba os estaduais e formaria ligas regionais e a forma de promoção pra divisão acima poderia pegar o vencedor de cada regional e fazer um torneiro pra saber quem ia para outra divisão.

  • Carioca já era aceitem que dói menos. Gol do pet foi Uma época linda,mas hoje em dia o negócio é totalmente decadente e iniviável financeiramente. De charmoso atualmente não se tem nada. Nem tudo que é raiz quer dizer que é bom. Senão fiquem com abel,felipão e demais dinossauros do futebol.

  • A verdade é q estão cheio de modinha por aí. Quem gosta de futebol nunca vai falar q o carioca tem q acabar. carioca e raiz o campeonato mais charmoso q existe. Si não fosse o carioca não existiria o gol do pet e etc. Sai daí seus modinhas.

  • Os campeonatos estaduais deveriam ser disputados apenas pelos clubes que não figuram em alguma das quatro divisões, como qualificação para disputa da 4ª divisão e da copa do Brasil.

  • Nilo Olmedo! Excelente análise. Como nós torcedores conseguimos raciocinar e essa cúpula do futebol não? A resposta é simples, o nome disso é GANÂNCIA…

  • A verdade é o seguinte: os estaduais são o exemppo da mediocridade dos times do Brasil qie se montam baseando em seus campeonatos estaduais e não nos internacionais. Por isso o futebol brasileiro não vai pra frente. Os estaduais são peso morto, pedra no sapato do futebol profissional brasileiro. O lucro consistente é fruto do investimento aplicado a longo prazo e não apenas a curto prazo. Preferência Temporal.

  • Na verdade todos os campeonatos estaduais no Brasil são ridículos, jogos para 100, 200 pessoas em alguns casos. Servem apenas para engordar os cofres dessas Federações Estaduais ridículas que não servem para nada. Tanto que o Athetico aqui do Paraná ha alguns anos já disputa com time sub 20. Na Europa, onde o futebol é muito mais organizado, não existem esses campeonatos regionais, por isso os times jogam menos de 60 partidas por ano, enquanto aqui no Brasil passam de 80. Se acabarem com o regionais, usaria janeiro para ferias, fevereiro para preparação, Brasileiro começaria em março, assim evitaria-se jogos no meio de semana, que seriam reservados apenas para Copa do Brasil, Libertadores e Sul Americana.

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